quarta-feira, agosto 22, 2012
O mundo dos livros...
José Mário Silva é o "leitor" de Portugal! Um dos melhores críticos literários e um verdadeiro devorador de livros... Nunca tinha lido nada dele a não ser críticas e crónicas mas agora tive a hipótese de ler o seu "Efeito borboleta e outras histórias" (prosa) e o "Luz indecisa" (poesia). Gostei muito de ambos. No caso da prosa, uma sucessão de magníficas micro-estórias que prendem a atenção e a leitura! No caso da poesia, poemas próximos, tangíveis, identificáveis... Dois escritos a ler...
Assim vai o mundo...
domingo, abril 29, 2012
O mundo dos filmes...
"Brooklyn Finnest" não é um filme alegre! Conta-nos as estórias de três polícias novaiorquinos com diferentes problemas para resolver. Com elenco de luxo, obviamente que Richard Gere, Don Cheadle e Ethan Hawke destacam-se. Sem dúvida um bom filme sobre polícias...
Assim vai o mundo...
O mundo dos filmes...
É provavelmente o mais cru de todos os filmes portugueses e um dos melhores de sempre! Num argumento co-construido entre realizador e protagonistas, os diaálogos são o mais proximo possivel de uma realidade que nos é próxima. Um bairro social, personagens que conseguimos associar ao contexto. Neste "Sangue do meu sangue" tudo parece verosímil, e isso é dos melhores elogios que se podem fazer a um filme...
Assim vai o mundo...
O mundo das séries...
"Alphas" foi mais uma série que vi os episódios todos de uma vez! E se alguns de nós tivessemos uma especial habilidade ou dom? Mais realista, talvez menos baseada no universo da banda desenhada, que a série "Heroes", é uma série que nos faz imaginar como seria ter qualquer um destes dons. Uma boa série...
Assim vai o mundo...
O mundo das séries...
Alcatraz sempre foi um bom tema para criar argumentos! E se temos a mais temida prisão do mundo e um desaparecimento em massa de prisioneiros e guardas, então temos mistério! Sam Neil à frente de um grande elenco. E um fim de primeira temporada que deixa no ar muitas perguntas. Uma série que prende do primeiro ao último episódio.
Assim vai o mundo...
sexta-feira, abril 13, 2012
O mundo dos filmes...
“Limitless” é daqueles filmes que dá vontade que fosse verdade. Bradley Cooper interpreta um escritor sem inspiração que a namorada abandona… (até podia divagar mas nem o vou fazer)! Experimenta então uma droga nova que o leva a usar o seu cérebro a 100%! Ora bem, se usamos de 10% a 20% e somos capazes de coisas maravilhosas, imaginem se usássemos a totalidade. Agora a que preço? O que perdemos nos entretantos? Um filme em que Brad Cooper está nas suas sete quintas e Robert DeNiro empresta a sua classe…
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo das séries...
Sempre gostei de filmes ou séries históricas! E “Os Bórgias” é uma série fantástica sobre um período que não conhecia muito bem. Os meandros dos reinos de Nápoles, Florença, Boca e o Vaticano são uma verdadeira lição de política e diplomacia. Personagens como os Medici, Maquiavel, os Sforza e é claro os Bórgias, estão belissimamente retratados por fantásticos actores (Jeremy Irons à cabeça)! Uma série a não perder...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
quarta-feira, março 28, 2012
O mundo dos blogs...
Já lá vão sete anos... Sete anos de blog Francisco del Mundo... Desde que comecei a escrever aqui, foram centenas de posts, centenas de assuntos, centenas de opiniões. Já escrevi todos os dias, já tive semanas sem escrever... Mas sempre estará aqui este porto de abrigo para me expor... A todos vocês que acompanham esta odisseia, muito obrigado...
Assim comemora o mundo...
Assim comemora o mundo...
terça-feira, março 27, 2012
O mundo dos filmes...
E eis que termina a trilogia Millenium! “The Girl Who Kicked The Hornet’s Nest” é o filme mais parado dos três mas onde toda a trama se desvenda. Finalmente todos os segredos são desvendados. Mais uma vez é Noomi Rapace que domina o filme no fabuloso papel de Lisbeth Salander. Num retorno a uma personagem mais freak, é ela que comanda o argumento e faz de todos os outros personagens marionetas. Em termos de imagem e som é o melhor filme da versão sueca e consegue captar-nos a atenção apesar das mais de duas horas de película.
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, março 26, 2012
O mundo dos filmes...
Depois de ver as duas versões (sueca e americana) do primeiro capítulo da saga Millenium de Stieg Larsson, vi agora o segundo filme da versão sueca. Neste “The Girl Who played with Fire”, Lisbeth Salander é claramente a protagonista. E Noomi Rapace mostra-se melhor actriz. Num papel mais contido, menos visceral mas mais intenso, a actriz consegue passar-nos uma Lisbeth mais mulher e menos freak. Enquanto no primeiro “episódio”, o argumento é claramente fechado, aqui várias questões ficam em aberto para o terceiro e último tomo.
Assim vai o mundo…
Assim vai o mundo…
quinta-feira, março 22, 2012
O mundo da música...
Este senhor é o próximo grande senhor da música! Acreditem em mim!! O seu nome é Michael Kinawuka...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo dos filmes...
Ora nesta coisa do cinema as versões e remakes são sempre algo estranho. Sem ter lido os livros de Stieg Larsson (e por isso me penitencio), decidi ver a versão sueca e norte-americana do primeiro volume “The Girl with the Dragon Tatoo”. É impossível não comparar.
A nível técnico, de som e imagem, é óbvio que a versão americana é melhor (até porque na Suécia foi um telefilme), com algumas nomeações para os Oscars. Em termos de argumento, acho que a versão sueca é a melhor (mesmo não sabendo qual é a mais fiel ao livro) porque a americana perde-se muito. Em termos de actores é óbvio que Daniel Craig e Rooney Mara são melhores actores mas creio que os actores encaixam melhor no papel (sobretudo Noomi Rapace como Lisbeth Salander). Onde a versão fica a ganhar é claramente nas personagens secundárias com alguns nomes consagrados.
Seja como for vejam as duas e decidam…
Assim vai o mundo…
A nível técnico, de som e imagem, é óbvio que a versão americana é melhor (até porque na Suécia foi um telefilme), com algumas nomeações para os Oscars. Em termos de argumento, acho que a versão sueca é a melhor (mesmo não sabendo qual é a mais fiel ao livro) porque a americana perde-se muito. Em termos de actores é óbvio que Daniel Craig e Rooney Mara são melhores actores mas creio que os actores encaixam melhor no papel (sobretudo Noomi Rapace como Lisbeth Salander). Onde a versão fica a ganhar é claramente nas personagens secundárias com alguns nomes consagrados.
Seja como for vejam as duas e decidam…
Assim vai o mundo…
domingo, março 18, 2012
O mundo do jornalismo
Gosto de Mário Crespo. Acho-o um excelente jornalista, um óptimo entrevistador e um bom cronista. Não sei se por crença ou por amizade, mas Mário Crespo intrometeu-se na questão RDP- Pedro Rosa Mendes. E do lado que menos julguei ser possível: o lado da censura. Não vou dar a minha opinião sobre essa questão mas acho que Crespo não devia ter usado a sua crónica no Expresso para criticar o próprio jornal na defesa do cronista Miguel Sousa Tavares e o “direito à resposta” de Luis Marinho. Infelizmente tenho de compreender e concordar com a direcção do semanário em terminar com a crónica de Mário Crespo.
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
sexta-feira, março 16, 2012
O mundo dos filmes...
Consigo entender os dois lados da crítica a “Os descendentes”! Se por um lado dizem que é um filme parado onde pouco se passa, por outro lado tenho de dizer que isso é das coisas mais difíceis de se fazer ao escrever uma estória. O argumento é fantástico e a nomeação para o Oscar mais que merecida. Por outro lado, é óbvio que se tem de falar em George Clooney. Num papel que cada vez lhe assenta melhor, ele é um homem de meia-idade sem o sex-appeal que todas as mulheres do mundo ainda lhe encontram, mas com a carga dramática da experiência. Um filme que não é o melhor do filme mas uma estória daquelas que merece vista.
Assim vai o mundo…
Assim vai o mundo…
terça-feira, março 06, 2012
O mundo dos filmes...
Se querem um filme fácil, este não é um deles. Não se aconselha ver este filme cansado ou com sono. "Mr. Nobody" é um constante exercício de construção e desconstrução de hipóteses baseadas nas escolhas e decisões de uma personagem, Mr. Nobody. Jared Leto é um homem, o último mortal num futuro distante, que deixa a memória ou falta dela vaguear pelo seu passado, real ou imaginado. O argumento quase se perde, mas consegue criar a lógica necessária para torná-lo coerente e interessante. Não será um dos filmes que ficará no canones do cinema, mas é sem dúvida um filme para nos fazer pensar sobre a vida...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
O mundo das letras...
As Correntes D' Escritas são todos os anos um oásis de cultura no nosso país. E eu que tanto me queixo da centralização cultural da capital, aproveito esta oportunidade de absorver o que de melhor existe em Portugal (e estrangeiro) no que toca a Literatura. Eduardo Lourenço, Ruben Fonseca (um menino com idade de velho), Luís Sepulveda (meu mestre), Rui Zink (sempre espirituoso), Gonçalo M. Tavares (com a sua irresistivel timidez), valter hugo mãe (este ano doente mas sempre participativo), Onésimo Teotónio de Almeida (o açoreano mais poveiro que existe), um sem número de estrelas das letras nacionais e mundiais. A contingência económica obrigou à redução dos dias mas a qualidade esteve toda. E é óptimo estar no olho deste furacão literário. Bem-hajam as Correntes....
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
domingo, fevereiro 26, 2012
O mundo das séries...
Em fim de semana de Oscars, ando com os filmes um pouco atrasados. Tenho estado dedicado às séries. Assim, um breve resumo do que ando a seguir:
- "Wilfried" - uma série baseada numa alucinação. Elijah Wood é um jovem com tendências suicidas com falta de jeito. Depois de uma overdose de placebos começa a ver o cão da sua vizinha a falar. E mais não digo.
- "A gifted man" - nesta série a alucinação é mais afectiva do que farmacológica. Patrick Wilson é Michael Holt, um neurocirurgião que começa a ver o fantasma da ex-mulher. Um homem da ciência que começa a ser absorvido pelo espírito do bem.
- "Mulher invisível" - uma série brasileira vertida para a TV depois do filme homónimo. Selton Mello é Pedro, um publicitário que desde a sua adolescência criou uma amante invisível, a bela Amanda (Luana Piovani). Nada disto seria grave se Clarisse (Débora Falabella), a sua mulher, não tivesse descoberto.
- "Past Life" - o tema central deste magnífica série é a existência de vidas passadas e da reencarnação. Em cada episódio uma psicóloga cognitiva e um ex polícia ajudam uma personagem a libertar-se da voz de uma vida passada atormentada.
- "Homeland" - foi a série vencedora dos Globos dos Ouros. Uma série com o actualíssimo tema da possível existência de espiões muçulmanos nos EUA. Dez anos depois do 11 de Setembro, os medos continuam.
Assim vai o mundo...
PS- Sabe bem estar de volta...
terça-feira, agosto 23, 2011
O mundo da música...
José Manuel Osório, numa fotografia de 2001 (Adriano Miranda)
Cada vez mais detesto más notícias! E este desaparecimento custou-me saber. O fadista e estudioso de fado José Manuel Osório, 64 anos, morreu em Lisboa. Era considerado o mais antigo caso de um doente com sida em Portugal, um exemplo de resistência e de lucidez. Um fadista que cantava fados duros, pungentes. Um exemplo é este fado da Meia Laranja, que fala sobre o flagelo da droga.
Letra de José Luis Gordo música de Joaquim Campos
Ali á Meia Laranja
Meio inferno de Lisboa
Onde a morte anda a viver;
Há milhões de olhos baços
E a vida tem quatro braços
Para a morte se esconder
Por entre gente perdida
Jovens entregam a vida
Á loucura que se esbanja
E nas veias da tristeza
Tantas faca de pobreza
Ali à Meia Laranja
Há tanto cavalo á solta
Com chicotes de revolta
Num galopar que magoa
Há punhais de infelicidade
E ali se mata a idade
No coração de Lisboa
Inesquecível é também o livro escrito a meias com o filho e jornalista Luis Osório, com o título "Quanto tempo, uma criança no olhar", uma entrevista pungente, íntima, comovente de um filho a um pai. Aqui ficam as últimas palavras do filho sobre a morte do pai.
"Morreu tranquilo e apaziguado, fez ontem uma semana. Na última semana viu todas as pessoas que verdadeiramente lhe interessava ver – fez-nos rir, mostrou-se feliz pelo prémio de investigação que deveria receber em Novembro, mas ao contrário de todas as outras vezes não se comprometeu com mais uma redenção.Há vinte e sete anos, também num dia de calor, fiquei destroçado. Informou-me que talvez fosse a nossa última conversa porque lhe fora diagnosticada uma doença que se mostrava fatal e infalível no seu rasto de destruição. Nesse dia, nesses primeiros dias, deixou-se ficar por casa, afundou-se na cama do quarto de sempre, contou as horas que faltavam para iniciar a viagem para o fim. Tudo nele parecia derrota, não pelo medo da morte mas pela irremediável sensação de que não se cumprira, pela terrível ideia que desperdiçara a sua vida.
Deu a volta às gavetas. Queimou as fotografias que tinha, as suas memórias, os sinais do que julgava ser o seu falhanço. Ficou assim algumas semanas e, num dia igual aos outros, sem que conseguisse explicar porquê, saiu do quarto e jurou aos mais próximos que decidira vencer a doença. Foi aí que renasceu. Foi nesse preciso momento que começou a viagem que o faria chegar, contra todas as expectativas, a um sítio onde apenas estão os que partem de consciência tranquila.
Esta é então a história de um homem que provou não existirem impossíveis. O homem que decidiu tirar num só dia todos os dentes porque o médico lhe disse que eram potenciais focos de infecção. O que fez questão de assumir a doença publicamente para combater a discriminação. O que resistiu à toxoplasmose, tuberculose, linfoma, meningite, septicemia, hepatite. O que esteve três vezes em coma e sem muitas esperanças de sobrevivência. O que durante tantos e tantos anos tomou mais de 50 comprimidos todos os dias. O que fez todas as quimioterapias possíveis. O que aproveitou os momentos disponíveis para investigar sobre o fado, para escrever várias colecções de referência, para ganhar prémios, dirigir o trabalho de associações de combate à discriminação, coordenar acções de formação e ajudar dezenas de doentes a acreditar que na vida cada um deve lutar até ao fim e não desistir.
Esta é a história do meu pai. De quem estive afastado uma vida e que tantas vezes não compreendi, o meu pai – militante comunista, exilado em Paris, co-fundador do grupo de Teatro A Barraca e filho de Alice, a mulher da sua vida. José Manuel Osório, chamava-se. Fez ontem uma semana que partiu. Tranquilo e apaziguado.
Nos últimos anos coordenou duas monumentais colecções de fado. Em 2005, organizou a convite de João Pinto de Sousa o projecto Todos os Fados, publicado pela revista Visão. Esteve na primeira linha entre os que fundaram o Museu do Fado, coordenou as Festas da Cidade de Lisboa e tudo isso depois de estar doente – quando quase todos pensavam em surdina que não acabaria o que tinha em mãos, ele pensava na próxima ideia a concretizar.
Essa é a sua marca, o motivo pelo qual me orgulho. À sombra da desconfiança de todos os olhares e com o terrível peso de uma doença que o destruía por dentro, soube e teve a coragem de construir uma obra e o sentido que lhe faltava.
Ao contrário das outras vezes, tantas e tantas que a sua morte foi antecipada, sabia que agora o tempo se estreitara. A última vez que estive com ele a sós não me falou de nenhum projecto que quisesse terminar. Limitou-se a sorrir. Estava pronto.
O primeiro texto que escrevi foi uma cunha sua. Joaquim Benite, ao tempo chefe de redacção do jornal Diário recebeu-me a seu pedido – «o teu pai está convencido que tens talento, diz-me coisas». Escrevi dois textos: sobre o movimento skinhead e uma entrevista ao Rodrigo Leão.
A primeira vez que fui sócio do Benfica foi ele que me inscreveu. Entrei pela sua mão na sede da Rua Jardim do Regedor, onde homens jogavam bilhar e comentavam jogos da véspera. Que felicidade a minha.
O primeiro filme interdito a maiores de 18 anos vi com ele. Nessa noite a RTP anunciara o Pato com Laranja, um erótico italiano e a avó Alice pediu-lhe para me tirar de casa. Para compensar levou-me ao Roma onde estava em exibição Pink Floyd The Wall. Não me parece que, em algum momento, lhe tenha passado pela cabeça que talvez aquelas imagens fossem demasiado violentas para uma criança que ainda não completara os dez anos. E não fizeram, pai.
A primeira vez que me deitei de madrugada foi depois de uma borga com ele. O primeiro concerto a que assisti foi com ele. Apresentou-me a Cunhal, Manuel Alegre, José Mário Branco, Ferré, Chico Buarque. O ursinho com que adormecia na infância era o mesmo que o adormecia…
No 8.º ano, por força da puberdade, tive seis negativas no segundo período. Convidou-me para jantar e, como se nada fosse, perguntou-me pelas notas. Informei-o de que tudo estava bem, como podia estar mal? Impassível, sem elevar a voz, disse-me que talvez existisse um equívoco: «Esta tarde estive no liceu e pareceu-me ter visto seis negativas. Não quero saber mais nada nem falar mais disto. Mas se for verdade quero que resolvas isso. Não tenho que me preocupar, pois não?».
Numa longa conversa, publicada num livro, confessou-me que gostaria de ouvir, antes de morrer, o Com que Voz de Amália Rodrigues. Se tivesse tempo escutaria ainda Maria Callas a interpretar ‘Casta Diva’, uma ária da Norma, de Vincenzo Bellini. Jantaria um bife no Pap’Açorda e arrumaria os livros no quarto para separar os que não podiam deixar de ficar para mim.
Oiço então Amália. E termino com as suas palavras: «Os meus dois netos são um caso à parte. É natural que olhe para eles de uma forma diferente, é até natural que olhe para eles como nunca olhei para ti. Mas normalmente olho para ti quando estás distraído. Assim que percebes, desvio o olhar. Como os dois miúdos não me perguntam ‘porque estás a olhar para mim?’, olho sem qualquer preocupação. Se um dia me perguntarem, também saberei desviar o olhar».
* A última palavra gostaria que ficasse para Ana Campos dos Reis, directora de serviços de apoio ao VIH da Santa Casa da Misericórdia. Ela foi o seu anjo, ela é um anjo. E para Tozé Brito e Manuel Faria, eles sabem porquê"
terça-feira, agosto 02, 2011
O Mundo português...
Já muitas vezes critiquei aqui o meu país! Tenho legitimidade para o fazer. Sou português, nasci aqui e vivo aqui, quero o melhor para ele. Sei os seus defeitos e virtudes, forças e fraquezas. Não preciso que me venham dizer de lá de fora se somos bons ou maus, reis ou lixo. Temos séculos de História, com altos e baixos, mas sempre presentes. Para essa tal de Moody's, este vídeo é a resposta...
http://youtu.be/N9huATR3Uvc
Assim vai o mundo...
http://youtu.be/N9huATR3Uvc
Assim vai o mundo...
quarta-feira, julho 27, 2011
O mundo de volta...
Livra, que saudades de vir aqui! Agora mais amiúde espero eu... Crazy de Gnarls Barkley numa versão de Ray Lamontagne...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
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