A minha mãe anda cansada! E começa a ter lapsos de memória que indica o meu pior receio. Custa-me muito falar disto...
Tenho a sorte de ter uma mãe com uma óptima saúde. Aparte uns diabetes controláveis, quase nem as constipações a afectam. E ver que o que está a vacilar é a cabeça, assusta-me. Assusta-me verdadeiramente! Acompanhei o caso do meu avô materno, que aos 80 e muitos anos ainda tinha uma saúde física aceitável mas a quem a memória já tinha fugido. Quando perguntava pela minha avó (falecida há uma década), um arrepio percorria-me a espinha. Esquecer que a pessoa com quem se passou 50 anos já não está neste mundo, demonstra um despreendimento da realidade aterrador.
Perguntei a mim mesmo se o sofrimento físico é pior que o sofrimento mental. Alguns de vocês sabem que já tive lesões físicas desagradáveis. Sabem também que tenho uma memória que senha a ser defeito de tão boa. Por tudo isto acredito que suportava (ou suportarei) melhor a degradação física que mental. É que a física, por muito que me doa, cabe a mim aguentar melhor ou pior; mas a falta de capacidade de lembrar ou pensar autonomamente provoca trabalhos a outros...
Peço desculpa pelo desabafo! É para mim um assunto muito mais tabu que a morte... Foi preciso chegar o dia de ontem para me aperceber que a minha mãe está a envelhecer, mas ainda vou a tempo de lhe dizer o quanto gosto dela e ela o entender.
Assim chora o Mundo...
terça-feira, outubro 24, 2006
segunda-feira, outubro 23, 2006
O Mundo sente-se...
... insaciável...de vida....
I just can't get enough
Depeche Mode
When I'm with you baby, I go out of my head
And I just can't get enough, I just can't get enough
All the things you do to me and everything you said
And I just can't get enough, I just can't get enough
We slip and slide as we fall in love
And I just can't seem to get enough
We walk together, we're walking down the street
And I just can't get enough, I just can't get enough
Every time I think of you I know we have to meet
And I just can't get enough, I just can't get enough
It's getting hotter, it's our burning love
And I just can't seem to get enough
I just can’t get enough x16
And when it rains, you're shining down for me
And I just can't get enough, I just can't get enough
Just like a rainbow you know you set me free
And I just can't get enough, I just can't get enough
You're like an angel and you give me your love
And I just can't seem to get enough
I just can’t get enough
Repeat to end
I just can't get enough
Depeche Mode
When I'm with you baby, I go out of my head
And I just can't get enough, I just can't get enough
All the things you do to me and everything you said
And I just can't get enough, I just can't get enough
We slip and slide as we fall in love
And I just can't seem to get enough
We walk together, we're walking down the street
And I just can't get enough, I just can't get enough
Every time I think of you I know we have to meet
And I just can't get enough, I just can't get enough
It's getting hotter, it's our burning love
And I just can't seem to get enough
I just can’t get enough x16
And when it rains, you're shining down for me
And I just can't get enough, I just can't get enough
Just like a rainbow you know you set me free
And I just can't get enough, I just can't get enough
You're like an angel and you give me your love
And I just can't seem to get enough
I just can’t get enough
Repeat to end
O mundo dos livros...
Acabei por estes dias o Ficções de Jorge Luis Borges... Devo dizer que o princípio do livro me desiludiu! Os primeiros textos são chatos ou então talvez não seja um leitor suficiente maduro para o ler. Porém, os textos da colecção Artificios são fantásticos... Sobretudo A forma da Espada, Tema do traidor e do herói e O milagre secreto!
Recomendo e até vos deixo umas citações:
Se não forem para mim a honra e a sabedoria e felicidade, que sejam para outros. que o céu exista, mesmo que o meu lugar seja o inferno. Que eu seja ultrajado e aniquilado, mas que num instante, num ser, a Tua enorme Biblioteca se justifique.
A verdade é que vivemos a adiar tudo o que é adiável; talvez todos saibamos profundamente que somos imortais e que mais tarde ou mais cedo todo o homem será todas as coisas e saberá tudo.
Assim vai o mundo...
Recomendo e até vos deixo umas citações:
Se não forem para mim a honra e a sabedoria e felicidade, que sejam para outros. que o céu exista, mesmo que o meu lugar seja o inferno. Que eu seja ultrajado e aniquilado, mas que num instante, num ser, a Tua enorme Biblioteca se justifique.
A verdade é que vivemos a adiar tudo o que é adiável; talvez todos saibamos profundamente que somos imortais e que mais tarde ou mais cedo todo o homem será todas as coisas e saberá tudo.
Assim vai o mundo...
domingo, outubro 22, 2006
O mundo da Psique...
A menina Psique deixou um desafio no seu canto!!! Eu vou participar e vocês também deviam....
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O Mundo privado...
Ontem foi dia de casamento em Coimbra e copo de água na Figueira... Acabei a dormir na Residencial Teimoso mesmo em frente ao mar! Dormir como quem diz, já que a tempestade desta madrugada não me deixou dormir mais do que 4 horas... É um espectáculo magnífico o que a natureza proporciona quando se enfurece, mas para quem queria dormir...
Bem, ainda assim a disposição reinante é boa! Assim sendo deixo-vos uma bela música que já não ouvia há muito tempo...
Fever
Peggy Lee
Never know how much I love you
Never know how much I care
When you put your arms around me
I get a fever that's so hard to bear
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever ... in the mornin'
Fever all through the night
Sun lights up the day time
Moon lights up the night
I light up when you call my name
'cause I know you're gonna treat me right
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever ... in the mornin'
Fever all through the night (WOW!!)
Everybody's got the fever
That is somethin' you all know
Fever isn't such a new thing
Fever started long time ago
(You give me fever)
Baby, turn on your love light (yeah, yeah)
Let it shine on me (yeah, yeah)
Well, baby, turn on your love light (yeah, yeah)
And let it shine on me (yeah, yeah)
Well, just a little bit higher (yeah, yeah)
And just a little bit brighter, baby (yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever.
Assim vai o mundo...
Bem, ainda assim a disposição reinante é boa! Assim sendo deixo-vos uma bela música que já não ouvia há muito tempo...
Fever
Peggy Lee
Never know how much I love you
Never know how much I care
When you put your arms around me
I get a fever that's so hard to bear
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever ... in the mornin'
Fever all through the night
Sun lights up the day time
Moon lights up the night
I light up when you call my name
'cause I know you're gonna treat me right
You give me fever (you give me fever) when you kiss me
Fever when you hold me tight (you give me fever)
Fever ... in the mornin'
Fever all through the night (WOW!!)
Everybody's got the fever
That is somethin' you all know
Fever isn't such a new thing
Fever started long time ago
(You give me fever)
Baby, turn on your love light (yeah, yeah)
Let it shine on me (yeah, yeah)
Well, baby, turn on your love light (yeah, yeah)
And let it shine on me (yeah, yeah)
Well, just a little bit higher (yeah, yeah)
And just a little bit brighter, baby (yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever (yeah, yeah, yeah, yeah)
You give me fever.
Assim vai o mundo...
sexta-feira, outubro 20, 2006
O mundo da TV...
Gosto dos CSI... O primeiro, Las Vegas, é o meu favorito porque foi o primeiro e gosto da personagem do Gil! Depois, gosto do de NY, porque se passa em NY e tem a apetecivel Stella Bonasera. Por fim, aparece o Miami, já que apesar de ter os cenários mais agradáveis à vista, a personagem do Horatio faz-me confusão. Reparem que ele nunca está a olhar para a pessoa com quem fala. Parece que está sempre a olhar para uma coisa atrás das camaras... Bem, coisas minhas...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
quinta-feira, outubro 19, 2006
O meu Mundo...
Se houver alguém que não consiga ver o blog, peço desculpa mas passa-se algo de errado com o blogspot...
Obrigado
Francisco del Mundo
Obrigado
Francisco del Mundo
Hoje é para dizer bem do mundo...
Portugal vale a pena
Nicolau santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de
recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de
tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na
produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para
telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual
você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir,
o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos
nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou
vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde
se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou
Estados Unidos.
Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores
agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção
de energia através das ondas do mar.
E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia
os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram
sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a
pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a
NASA ou para outros
clientes internacionais com o mesmo grau de exigência.
Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagensdas
auto-estradas.
Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial.
Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores
vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a
Agência Espacial Europeia.
Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos
de cartões pré-pagos para telemóveis.
E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos
hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas
por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por
portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e
trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS,
BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera
Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo
Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos
Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente,
Portugal Telecom Inovação.
Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e
Amorim Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País,
mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses,
que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a
Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que
desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber
quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento
da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente
sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e
com problemas na saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal.
Daquele que não acompanhou o progresso.
Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos
orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não
invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de
uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por
sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os
nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na
situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que
de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de
os bons serem também seguidos?
Sabes qual é a grande merda????? É o desemprego,as crianças com fome e
criadas no "improviso",a renda de casa para ontem, o salário visto
como Braga, os tachos, a corrupção, é a malta jovem não ver aquela
luzinha ao fundo do túnel....porque quando vê, é um bêbado em
contra-mão....e zás!!!!!!!!!!!!!!!!!!Vivemos todos num circo, os
palhaços, os malabaristas, os contorcionistas, e dinheiro para o
bilhete é privilégio de alguns, poucos.......
In Revista Exportar
Assim vai o nosso mundo...
Nicolau santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de
recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de
tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na
produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para
telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual
você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir,
o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos
nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou
vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde
se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou
Estados Unidos.
Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores
agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção
de energia através das ondas do mar.
E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia
os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram
sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a
pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a
NASA ou para outros
clientes internacionais com o mesmo grau de exigência.
Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagensdas
auto-estradas.
Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial.
Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores
vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a
Agência Espacial Europeia.
Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos
de cartões pré-pagos para telemóveis.
E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos
hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas
por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por
portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e
trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS,
BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera
Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo
Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos
Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente,
Portugal Telecom Inovação.
Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e
Amorim Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País,
mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses,
que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a
Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que
desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber
quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento
da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente
sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e
com problemas na saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal.
Daquele que não acompanhou o progresso.
Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos
orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não
invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de
uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por
sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os
nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na
situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que
de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de
os bons serem também seguidos?
Sabes qual é a grande merda????? É o desemprego,as crianças com fome e
criadas no "improviso",a renda de casa para ontem, o salário visto
como Braga, os tachos, a corrupção, é a malta jovem não ver aquela
luzinha ao fundo do túnel....porque quando vê, é um bêbado em
contra-mão....e zás!!!!!!!!!!!!!!!!!!Vivemos todos num circo, os
palhaços, os malabaristas, os contorcionistas, e dinheiro para o
bilhete é privilégio de alguns, poucos.......
In Revista Exportar
Assim vai o nosso mundo...
quarta-feira, outubro 18, 2006
O mundo dividido...
Recebi isto:
Veja qual é o seu símbolo, conforme sua data de nascimento e o significado mais abaixo.
- FERRADURA...(22/12 a 20/01)
- TAÇA.............(21/01 a 19/02)
- CAPELA..........(20/02 a 20/03)
- PUNHAL..........(21/03 a 20/04)
- COROA..........(21/04 a 20/05)
- CANDEIAS.....(21/05 a 20/06)
- RODA............(21/06 a 21/07)
- ESTRELA........(22/07 a 22/08)
- SINO.............(23/08 a 22/09)
- MOEDA..........(23/09 a 22/10)
- ADAGA .........(23/10 a 21/11)
- MACHADO.....(22/11 a 21/12)
MACHADO (22/11 a 21/12)
O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras. Ele simboliza a liberdade pois rompe com todas os obstáculos que a natureza impõe. A pessoa sob esta influência tem a liberdade como preferida. Aventureira, jamais permanece parada num só lugar. É como o vento, que tudo toca, em tudo está, mas em nada fica. Optimista, até as dores para si são sinais de alegria. Apaixona-se e desapaixona-se facilmente. Dá-se bem com trabalhos sem rotinas em que possa aprender sempre.
Está tão certo que nem preciso acrescentar nada...
Assim é o mundo...
PS- Quem pedir nos comments, eu ponho a sua descrição...
Veja qual é o seu símbolo, conforme sua data de nascimento e o significado mais abaixo.
- FERRADURA...(22/12 a 20/01)
- TAÇA.............(21/01 a 19/02)
- CAPELA..........(20/02 a 20/03)
- PUNHAL..........(21/03 a 20/04)
- COROA..........(21/04 a 20/05)
- CANDEIAS.....(21/05 a 20/06)
- RODA............(21/06 a 21/07)
- ESTRELA........(22/07 a 22/08)
- SINO.............(23/08 a 22/09)
- MOEDA..........(23/09 a 22/10)
- ADAGA .........(23/10 a 21/11)
- MACHADO.....(22/11 a 21/12)
MACHADO (22/11 a 21/12)
O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras. Ele simboliza a liberdade pois rompe com todas os obstáculos que a natureza impõe. A pessoa sob esta influência tem a liberdade como preferida. Aventureira, jamais permanece parada num só lugar. É como o vento, que tudo toca, em tudo está, mas em nada fica. Optimista, até as dores para si são sinais de alegria. Apaixona-se e desapaixona-se facilmente. Dá-se bem com trabalhos sem rotinas em que possa aprender sempre.
Está tão certo que nem preciso acrescentar nada...
Assim é o mundo...
PS- Quem pedir nos comments, eu ponho a sua descrição...
O mundo da música...
Eu pensei sinceramente que o video do David era o pior de todos, mas eis senão quando aparece o Mr. T. a por em causa essa condição...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
terça-feira, outubro 17, 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
O mundo do humor...
Sem tempo para mais, fiquem com uma piada...
O avião que levava um grupo de famosas beldades para um concurso sofre uma avaria e faz uma aterragem de emergência em plena selva. Foi uma gritaria danada, uma correria danada, uma choradeira sem fim, até que se ouve o barulho das hélices do helicóptero de resgate. Cindy Crawford abre imediatamente a bolsa, tira um estojo de maquilhagem e começa a pintar-se.
- Você ficou maluca? - perguntam as outras.
- Não, estou-me a preparar para o resgate. Tenho a certeza que eles vão salvar a mais bonita primeiro. A seguir, Claudia Schiffer tira a blusa e a saia, e fica só de cuecas e soutien.
- O que é isso? - perguntam as outras.
- Tenho certeza que eles vão salvar primeiro a mais boazona.
Imediatamente, Naomi Campbell arranca a saia e tira a calcinha.
- Num acidente de avião - justifica ela. - A primeira coisa que eles procuram é a caixa preta!
Assim vai o mundo...
O avião que levava um grupo de famosas beldades para um concurso sofre uma avaria e faz uma aterragem de emergência em plena selva. Foi uma gritaria danada, uma correria danada, uma choradeira sem fim, até que se ouve o barulho das hélices do helicóptero de resgate. Cindy Crawford abre imediatamente a bolsa, tira um estojo de maquilhagem e começa a pintar-se.
- Você ficou maluca? - perguntam as outras.
- Não, estou-me a preparar para o resgate. Tenho a certeza que eles vão salvar a mais bonita primeiro. A seguir, Claudia Schiffer tira a blusa e a saia, e fica só de cuecas e soutien.
- O que é isso? - perguntam as outras.
- Tenho certeza que eles vão salvar primeiro a mais boazona.
Imediatamente, Naomi Campbell arranca a saia e tira a calcinha.
- Num acidente de avião - justifica ela. - A primeira coisa que eles procuram é a caixa preta!
Assim vai o mundo...
domingo, outubro 15, 2006
O mundo das pessoas...
Há várias idades!
Primeiro, falamos dos nascimentos dos nossos irmãos ou dos irmãos dos nossos amigos,; depois dos namoros dos nossos amigos; a seguir os cursos tirados pelos nossos amigos; ao que se segue os casamentos dos nossos amigos; em continuação os filhos dos nossos amigos, ou os divórcios dos nossos amigos; e por fim a infeliz conversa sobre a morte dos nossos amigos...
Assim irá sempre o mundo...
Primeiro, falamos dos nascimentos dos nossos irmãos ou dos irmãos dos nossos amigos,; depois dos namoros dos nossos amigos; a seguir os cursos tirados pelos nossos amigos; ao que se segue os casamentos dos nossos amigos; em continuação os filhos dos nossos amigos, ou os divórcios dos nossos amigos; e por fim a infeliz conversa sobre a morte dos nossos amigos...
Assim irá sempre o mundo...
O Mundo sente-se..
Bem sei que é antiga, bem sei que já houve canções melhores... Mas experimentem cantar esta música a plenos pulmões no chuveiro logo de manhã! E além disso, o raio da música não me sai da cabeça... Até às 5h da manhã...
The power of love
Frankie goes to Hollywood
Feels like fire
Im so in love with you
Dreams are like angels
They keep bad at bay-bad at bay
Love is the light
Scaring darkness away-yeah
Im so in love with you
Purge the soul
Make love your goal
*the power of love
A force from above
Cleaning my soul
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
Ill protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
When the chips are down Ill be around
With my undying, death-defying
Love for you
Envy will hurt itself
Let yourself be beautiful
Sparkling love, flowers
And pearls and pretty girls
Love is like an energy
Rushin rushin inside of me
*(repeat)
This time we go sublime
Lovers entwine-divine divine
Love is danger, love is pleasure
Love is pure-the only treasure
Im so in love with you
Purge the soul
Make love your goal
The power of love
A force from above
Cleaning my soul
The power of love
A force from above
A sky-scraping dove
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
Ill protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
AT
The power of love
Frankie goes to Hollywood
Feels like fire
Im so in love with you
Dreams are like angels
They keep bad at bay-bad at bay
Love is the light
Scaring darkness away-yeah
Im so in love with you
Purge the soul
Make love your goal
*the power of love
A force from above
Cleaning my soul
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
Ill protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
When the chips are down Ill be around
With my undying, death-defying
Love for you
Envy will hurt itself
Let yourself be beautiful
Sparkling love, flowers
And pearls and pretty girls
Love is like an energy
Rushin rushin inside of me
*(repeat)
This time we go sublime
Lovers entwine-divine divine
Love is danger, love is pleasure
Love is pure-the only treasure
Im so in love with you
Purge the soul
Make love your goal
The power of love
A force from above
Cleaning my soul
The power of love
A force from above
A sky-scraping dove
Flame on burn desire
Love with tongues of fire
Purge the soul
Make love your goal
Ill protect you from the hooded claw
Keep the vampires from your door
AT
sábado, outubro 14, 2006
O mundo do Mundo...
Há uns anos atrás conheci uma bela e simpática mulher pela net! Uma brasileira inteligente, culta.. Não, não pensem em asneiras que não vale a pena! Apesar de bonita nunca a conversa resvalou para aspectos estéticos. Conversas interessantes sobre livros, música, filmes, etc... Pois bem, hoje voltei a falar com ela! Contou-me que tudo vai bem em Salvador. Infelizmente deu-me a má notícia que o pai, Alcides Lacerda faleceu. Quem ler esta pequena biografia, verá o quanto este homem foi uma pessoa extraordinária. Lembro que aquando das primeiras conversas, disse à minha amiga que adorava conhece-lo. Pois bem, já não vou a tempo, mas tenho a certeza que ele anda a distribuir sorrisos num sítio melhor...:D
Descubram-no! Vão sempre a tempo...
Assim vai o mundo...
Descubram-no! Vão sempre a tempo...
Assim vai o mundo...
O mundo da publicidade...
Já confessei que gosto de publicidade... E quando é uma causa e não uma marca, ainda melhor...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo dos livros...
Ontem acabei o último livro de meu mestre Sepúlveda, o Poder dos Sonhos...
Uma das características dele como escritor é a sinceridade. Ele não esconde que é chileno, que é de esquerda, que despreza a Administração Bush, que adorava ver Pinochet apodrecer na prisão... Tudo nos é dito na primeira pessoa, tudo é confirmado sem rodeios. Não sei até que ponto é suportável ler este livro, não concordando com ele. Ele defende, ele ataca, ele ama, ele odeia, ele critica, ele elogia..
Se me perguntarem se sou de esquerda, respondo que aí está o meu coração! Se me perguntarem se sou de direita, respondo que aí está a minha cabeça! E a alma? Essa, está bem ao centro. Acredito num mundo em que esquerdas e direitas sejam desnecessárias; em que as "lutas" de esquerda e as "guerras" de direita sejam abolidas. Talvez não chegue esse dia, mas tenho de acreditar no poder dos sonhos...
Deixo uns excertos:
"A emoção é uma confusão de sentimentos que provém das recordações, e recordamos porque temos memória."
"Se não formos audazes, o que não é sinónimo de irresponsabilidade, se não formos terrivelmente audazes como os nossos sonhos e não acreditarmos neles até os tornar realidade, então os nossos sonhos murcham, morrem, e, com eles, nós também."
"Se tal não acontecer agora, nos próximos dias, então, com tristeza, teremos de dar razão aos versos de D. Francisco de Quevedo: « Poderoso caballero es don Dinero.».
Assim vai o mundo...
Uma das características dele como escritor é a sinceridade. Ele não esconde que é chileno, que é de esquerda, que despreza a Administração Bush, que adorava ver Pinochet apodrecer na prisão... Tudo nos é dito na primeira pessoa, tudo é confirmado sem rodeios. Não sei até que ponto é suportável ler este livro, não concordando com ele. Ele defende, ele ataca, ele ama, ele odeia, ele critica, ele elogia..
Se me perguntarem se sou de esquerda, respondo que aí está o meu coração! Se me perguntarem se sou de direita, respondo que aí está a minha cabeça! E a alma? Essa, está bem ao centro. Acredito num mundo em que esquerdas e direitas sejam desnecessárias; em que as "lutas" de esquerda e as "guerras" de direita sejam abolidas. Talvez não chegue esse dia, mas tenho de acreditar no poder dos sonhos...
Deixo uns excertos:
"A emoção é uma confusão de sentimentos que provém das recordações, e recordamos porque temos memória."
"Se não formos audazes, o que não é sinónimo de irresponsabilidade, se não formos terrivelmente audazes como os nossos sonhos e não acreditarmos neles até os tornar realidade, então os nossos sonhos murcham, morrem, e, com eles, nós também."
"Se tal não acontecer agora, nos próximos dias, então, com tristeza, teremos de dar razão aos versos de D. Francisco de Quevedo: « Poderoso caballero es don Dinero.».
Assim vai o mundo...
sexta-feira, outubro 13, 2006
O mundo do humor...
Primeiro dia da terapia em grupo.
O terapeuta pede a um dos participantes que conte até dez. O sujeito conta:
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Oh! mas por que contou dessa maneira?
- Sabe doutor? Eu trabalhei muito tempo nos Estados Unidos, numa base de lançamento de foguetões. Por isso habituei-me a contar assim.
O psicólogo pede a outro participante do grupo que também conte até dez.
-Dois, quatro, seis, oito... Um, três, cinco, sete, nove.
- Ai, meu Deus! E o senhor? Por que conta dessa maneira
- É que eu sou carteiro e estou habituado a ir primeiro ás casas de número par e depois ás de número ímpar.
Então o psicólogo dirige-se ao terceiro paciente:
- E o senhor, trabalha com o quê?
- Eu sou funcionário público.
- E consegue contar normalmente até dez?
- Perfeitamente!
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, valete, dama, rei...
Assim vai o mundo...
O terapeuta pede a um dos participantes que conte até dez. O sujeito conta:
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Oh! mas por que contou dessa maneira?
- Sabe doutor? Eu trabalhei muito tempo nos Estados Unidos, numa base de lançamento de foguetões. Por isso habituei-me a contar assim.
O psicólogo pede a outro participante do grupo que também conte até dez.
-Dois, quatro, seis, oito... Um, três, cinco, sete, nove.
- Ai, meu Deus! E o senhor? Por que conta dessa maneira
- É que eu sou carteiro e estou habituado a ir primeiro ás casas de número par e depois ás de número ímpar.
Então o psicólogo dirige-se ao terceiro paciente:
- E o senhor, trabalha com o quê?
- Eu sou funcionário público.
- E consegue contar normalmente até dez?
- Perfeitamente!
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, valete, dama, rei...
Assim vai o mundo...
quinta-feira, outubro 12, 2006
O mundo...
Uma avioneta choca contra um edíficio em NY! E de repente, todas as imagens voltam... Até porque o dia era 11...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo acordou...
... uma pitada de rock, uma pitada de blues, mas sobretudo com muita classe...
Layla
Eric Clapton
What'll you do when you get lonely
And nobody's waiting by your side?
You've been running and hiding much too long.
You know it's just your foolish pride.
Layla, you've got me on my knees.
Layla, I'm begging, darling please.
Layla, darling won't you ease my worried mind.
I tried to give you consolation
When your old man had let you down.
Like a fool, I fell in love with you,
Turned my whole world upside down.
Chorus
Let's make the best of the situation
Before I finally go insane.
Please don't say we'll never find a way
And tell me all my love's in vain.
Chorus
Chorus
Assim vai o mundo...
Layla
Eric Clapton
What'll you do when you get lonely
And nobody's waiting by your side?
You've been running and hiding much too long.
You know it's just your foolish pride.
Layla, you've got me on my knees.
Layla, I'm begging, darling please.
Layla, darling won't you ease my worried mind.
I tried to give you consolation
When your old man had let you down.
Like a fool, I fell in love with you,
Turned my whole world upside down.
Chorus
Let's make the best of the situation
Before I finally go insane.
Please don't say we'll never find a way
And tell me all my love's in vain.
Chorus
Chorus
Assim vai o mundo...
quarta-feira, outubro 11, 2006
O mundo visto pelos outros...
Hoje à noite disseram que era parecido com o Freddy Mercury... Eu sei que a quantidade de vinho que a pessoa tinha ingerido era grande, mas parece-me um bocadinho forçada a semelhança... O pior foi terem pedido para eu cantar...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo dos jovens...
Hoje ouvi dois jovens com 15/16 anos a discutir a La Bohéme e a encenação do Frei Luís de Sousa... Podemos achar que actualmente os jovens e a cultura andam afastados, mas estes pequenos exemplos põem um sorriso enorme na minha cara...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
terça-feira, outubro 10, 2006
O mundo dos livros...
Acabei o Equador do Miguel Sousa Tavares. Não figurará como um clássico modelar da literatura portuguesa (como os Maias ou Amor de Perdição), mas terá o seu espaço. é um romance histórico, sem ter pretensões a ser um relato fidedigno da época. Que importa aliás se há alguns factos adulterados? A nossa memória interpreta e reescreve o passado... Nota-se que como romancista ainda está verde, que prefere uma estrutura simples (boémio-amor-morte) e de fácil leitura. De facto, é um livro fácil de ler e que não obriga a grandes pensamentos existenciais. As personagens são mais ou menos lineares (falarei melhor de Luís Bernardo, aqui) e o drama compreensível. Acho que o melhor do livro são as descrições de uma África que poucos portugueses conheceram e a descrição dos "portugueses" das colónias ("brancos e pretos"). O nosso colonialismo não foi dos mais brutais, mas foi o suficiente para termos quase perdido a ligação de Portugal ao mundo. E para quem tem dúvidas, veja-se como a língua portuguesa é ainda a razão para um evento desportivo como os Jogos da Lusofonia...
Para outra visão do Equador, vejam este post do que meu querido Jorge...
Assim vai o mundo...
Para outra visão do Equador, vejam este post do que meu querido Jorge...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, outubro 09, 2006
O mundo das causas...
Sabem que sou uma pessoa de causas... Sobretudo aquelas ligadas à ajuda humanitária e ajuda ao desenvolvimento. Pois bem, uma colega de curso e bela amiga colaborou com um projecto sobre esse tema. Mas deixo-vos as palavras dela...
"Caríssimos,
É com muito orgulho que venho partilhar convosco um projecto que tenho vindo a desenvolver com uns colegas, subordinado ao tema dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
O caminho não foi fácil para chegarmos até aqui mas a perseverança, a coragem e sobretudo uma vontade enorme de levar este projecto em diante, mantiveram-nos firmes perante as adversidades, a falta de tempo e as agendas pessoais que muitas vezes foram prejudicadas para que hoje possamos divulgar o fruto de tanto trabalho e tanta discussão!
Hoje envio-vos um powerpoint de divulgação do projecto que consistirá numa newsletter mensal e num blog que pretendem divulgar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e manter-vos informados sobre o que está a ser feito para reduzir a pobreza extrema e para se criar as bases para um desenvolvimento sustentável, a nível mundial.
Conto convosco para manterem este projecto de pé!!! Subscrevam a newsletter e publiquem os vossos comentários, dúvidas, questões, sugestões… no blog! Passem aos vossos contactos sejam eles pessoais ou profissionais, ponham esta questão na ordem do dia porque para agir também é preciso estar informado!
Obrigada a todos e espero que gostem!
Clara Soeiro"
Pois bem, deixo-vos aqui o blog, para o descobrirem...
Assim vai o mundo...
PS- Aquele que divulgar este blog no seu espaço, recebe um beijo ou abraço meu...:D
"Caríssimos,
É com muito orgulho que venho partilhar convosco um projecto que tenho vindo a desenvolver com uns colegas, subordinado ao tema dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
O caminho não foi fácil para chegarmos até aqui mas a perseverança, a coragem e sobretudo uma vontade enorme de levar este projecto em diante, mantiveram-nos firmes perante as adversidades, a falta de tempo e as agendas pessoais que muitas vezes foram prejudicadas para que hoje possamos divulgar o fruto de tanto trabalho e tanta discussão!
Hoje envio-vos um powerpoint de divulgação do projecto que consistirá numa newsletter mensal e num blog que pretendem divulgar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e manter-vos informados sobre o que está a ser feito para reduzir a pobreza extrema e para se criar as bases para um desenvolvimento sustentável, a nível mundial.
Conto convosco para manterem este projecto de pé!!! Subscrevam a newsletter e publiquem os vossos comentários, dúvidas, questões, sugestões… no blog! Passem aos vossos contactos sejam eles pessoais ou profissionais, ponham esta questão na ordem do dia porque para agir também é preciso estar informado!
Obrigada a todos e espero que gostem!
Clara Soeiro"
Pois bem, deixo-vos aqui o blog, para o descobrirem...
Assim vai o mundo...
PS- Aquele que divulgar este blog no seu espaço, recebe um beijo ou abraço meu...:D
domingo, outubro 08, 2006
O mundo do Martin...
A menina Luna pediu e eu ponho a tradução...
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
Martin Luther King
Assim vai o mundo...
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
Martin Luther King
Assim vai o mundo...
sábado, outubro 07, 2006
O mundo anda confuso...
Tenho ouvido críticas generalizadas aos norte-americanos... Que me lembre, eu não respondo pelos colonizadores portugueses que apoiaram o esclavagismo! Assim, deixo aqui o discurso de uma norte-americano que morreu por uma causa: a liberdade...
I am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation.
Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand today, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of their captivity.
But one hundred years later, the Negro still is not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languishing in the corners of American society and finds himself an exile in his own land. So we have come here today to dramatize a shameful condition.
In a sense we have come to our nation's capital to cash a check. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir. This note was a promise that all men, yes, black men as well as white men, would be guaranteed the unalienable rights of life, liberty, and the pursuit of happiness.
It is obvious today that America has defaulted on this promissory note insofar as her citizens of color are concerned. Instead of honoring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad check, a check which has come back marked "insufficient funds." But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation. So we have come to cash this check — a check that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice. We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to make real the promises of democracy. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quick sands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God's children.
It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment. This sweltering summer of the Negro's legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. Nineteen sixty-three is not an end, but a beginning. Those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual. There will be neither rest nor tranquility in America until the Negro is granted his citizenship rights. The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges.
But there is something that I must say to my people who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice. In the process of gaining our rightful place we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred.
We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. We must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force. The marvelous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny and their freedom is inextricably bound to our freedom. We cannot walk alone.
As we walk, we must make the pledge that we shall march ahead. We cannot turn back. There are those who are asking the devotees of civil rights, "When will you be satisfied?" We can never be satisfied as long as the Negro is the victim of the unspeakable horrors of police brutality. We can never be satisfied, as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We can never be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until justice rolls down like waters and righteousness like a mighty stream.
I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow jail cells. Some of you have come from areas where your quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive.
Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to South Carolina, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed. Let us not wallow in the valley of despair.
I say to you today, my friends, so even though we face the difficulties of today and tomorrow, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.
I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal."
I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at the table of brotherhood.
I have a dream that one day even the state of Mississippi, a state sweltering with the heat of injustice, sweltering with the heat of oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.
I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.
I have a dream today.
I have a dream that one day, down in Alabama, with its vicious racists, with its governor having his lips dripping with the words of interposition and nullification; one day right there in Alabama, little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls as sisters and brothers.
I have a dream today.
I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together.
This is our hope. This is the faith that I go back to the South with. With this faith we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.
This will be the day when all of God's children will be able to sing with a new meaning, "My country, 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrim's pride, from every mountainside, let freedom ring."
And if America is to be a great nation this must become true. So let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire. Let freedom ring from the mighty mountains of New York. Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania!
Let freedom ring from the snowcapped Rockies of Colorado!
Let freedom ring from the curvaceous slopes of California!
But not only that; let freedom ring from Stone Mountain of Georgia!
Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee!
Let freedom ring from every hill and molehill of Mississippi. From every mountainside, let freedom ring.
And when this happens, When we allow freedom to ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God's children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, "Free at last! free at last! thank God Almighty, we are free at last!
Martin Luther King
Assim vai o mundo...
I am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation.
Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand today, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of their captivity.
But one hundred years later, the Negro still is not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languishing in the corners of American society and finds himself an exile in his own land. So we have come here today to dramatize a shameful condition.
In a sense we have come to our nation's capital to cash a check. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir. This note was a promise that all men, yes, black men as well as white men, would be guaranteed the unalienable rights of life, liberty, and the pursuit of happiness.
It is obvious today that America has defaulted on this promissory note insofar as her citizens of color are concerned. Instead of honoring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad check, a check which has come back marked "insufficient funds." But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation. So we have come to cash this check — a check that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice. We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to make real the promises of democracy. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quick sands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God's children.
It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment. This sweltering summer of the Negro's legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. Nineteen sixty-three is not an end, but a beginning. Those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual. There will be neither rest nor tranquility in America until the Negro is granted his citizenship rights. The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges.
But there is something that I must say to my people who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice. In the process of gaining our rightful place we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred.
We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. We must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force. The marvelous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny and their freedom is inextricably bound to our freedom. We cannot walk alone.
As we walk, we must make the pledge that we shall march ahead. We cannot turn back. There are those who are asking the devotees of civil rights, "When will you be satisfied?" We can never be satisfied as long as the Negro is the victim of the unspeakable horrors of police brutality. We can never be satisfied, as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We can never be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until justice rolls down like waters and righteousness like a mighty stream.
I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow jail cells. Some of you have come from areas where your quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive.
Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to South Carolina, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed. Let us not wallow in the valley of despair.
I say to you today, my friends, so even though we face the difficulties of today and tomorrow, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.
I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal."
I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at the table of brotherhood.
I have a dream that one day even the state of Mississippi, a state sweltering with the heat of injustice, sweltering with the heat of oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.
I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.
I have a dream today.
I have a dream that one day, down in Alabama, with its vicious racists, with its governor having his lips dripping with the words of interposition and nullification; one day right there in Alabama, little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls as sisters and brothers.
I have a dream today.
I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together.
This is our hope. This is the faith that I go back to the South with. With this faith we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.
This will be the day when all of God's children will be able to sing with a new meaning, "My country, 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrim's pride, from every mountainside, let freedom ring."
And if America is to be a great nation this must become true. So let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire. Let freedom ring from the mighty mountains of New York. Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania!
Let freedom ring from the snowcapped Rockies of Colorado!
Let freedom ring from the curvaceous slopes of California!
But not only that; let freedom ring from Stone Mountain of Georgia!
Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee!
Let freedom ring from every hill and molehill of Mississippi. From every mountainside, let freedom ring.
And when this happens, When we allow freedom to ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God's children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, "Free at last! free at last! thank God Almighty, we are free at last!
Martin Luther King
Assim vai o mundo...
quinta-feira, outubro 05, 2006
O mundo... II
World Trade Center está a ser criticado como filme, porque as pessoas olham para ele como uma catarse norte-americana. Mas eu não vi isso. Eu vi pessoas... No dia 11 e 12 de Setembro de 2001, muitos disseram ser americanos! Eu não. Porque sempre fui americano, europeu, africano, mundano...
Eu não vi o filme como filme, vi como uma estória que aconteceu num dia que mudou o mundo. Não mudou porque os EUA foram atacados (porque por exemplo o 11 de Setembro de 1973 também mudou um país, o Chile), mas porque a ameaça mudou. O mundo passou a ser muito mais instável... Aliás, a estória dos dois polícias não é a de uma força vingadora ou de uma salvação heróica (aliás, eles não puderam ajudar ninguém), mas de sobrevivência humana. A força que cada um de nós tem para sobreviver a desafios físicos e psicológicos. A vontade própria é uma das nossas melhores faculdades. Por isso, me chocou conhecer a biografia dos suicidas. Se fossem pobres analfabetos que acreditavam em virgens e no paraíso, eu poderia entender um acto tão estúpido. Mas pessoas formadas e inteligentes, ordenadas por um senhor escondido numa caverna? Isso não! é estúpido, bárbaro, irracional... Temos todos defeitos, ocidentais e orientais. As emoções estão em falta no mundo, e parece que só o ódio rompe esse nevoeiro. A solidariedade sentida no dia 11 de Setembro, 11 de Março ou 07 de Julho, rapidamente foi esquecida...
Sim, admito, que oe meus olhos marejaram ao ver o filme! No momento em que ele disse que resistiu por amor à mulher. Porque pensei que são esses os sentimentos que nos podem fazer sobreviver, viver, perdoar, querer construir um mundo melhor...
Talvez esteja errado, talvez não consiga mudar o mundo, mas tenho a certeza que um mundo imperfeito não me mudará...
Para que não se pense que faço a apologia de Bush ou do militarismo americano, deixo-vos o primeiro discurso de um humorista que admiro e que sempre foi um dos maiores críticos do Presidente americano. Ele, como eu, acredita que, mesmo nas tragédias, há algo a recordar: a reconstrução...
Assim vai o mundo...
Eu não vi o filme como filme, vi como uma estória que aconteceu num dia que mudou o mundo. Não mudou porque os EUA foram atacados (porque por exemplo o 11 de Setembro de 1973 também mudou um país, o Chile), mas porque a ameaça mudou. O mundo passou a ser muito mais instável... Aliás, a estória dos dois polícias não é a de uma força vingadora ou de uma salvação heróica (aliás, eles não puderam ajudar ninguém), mas de sobrevivência humana. A força que cada um de nós tem para sobreviver a desafios físicos e psicológicos. A vontade própria é uma das nossas melhores faculdades. Por isso, me chocou conhecer a biografia dos suicidas. Se fossem pobres analfabetos que acreditavam em virgens e no paraíso, eu poderia entender um acto tão estúpido. Mas pessoas formadas e inteligentes, ordenadas por um senhor escondido numa caverna? Isso não! é estúpido, bárbaro, irracional... Temos todos defeitos, ocidentais e orientais. As emoções estão em falta no mundo, e parece que só o ódio rompe esse nevoeiro. A solidariedade sentida no dia 11 de Setembro, 11 de Março ou 07 de Julho, rapidamente foi esquecida...
Sim, admito, que oe meus olhos marejaram ao ver o filme! No momento em que ele disse que resistiu por amor à mulher. Porque pensei que são esses os sentimentos que nos podem fazer sobreviver, viver, perdoar, querer construir um mundo melhor...
Talvez esteja errado, talvez não consiga mudar o mundo, mas tenho a certeza que um mundo imperfeito não me mudará...
Para que não se pense que faço a apologia de Bush ou do militarismo americano, deixo-vos o primeiro discurso de um humorista que admiro e que sempre foi um dos maiores críticos do Presidente americano. Ele, como eu, acredita que, mesmo nas tragédias, há algo a recordar: a reconstrução...
Assim vai o mundo...
quarta-feira, outubro 04, 2006
O mundo dos blogs...
Ela demonstrou que com talento é possivel dar o salto de um blog para os livros... São dois anos de muitas palavras, de muitas frases, de muitos textos... Muitos parabéns para um dos mais belos blogs deste mundo blogosférico...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo... I
AS- O contexto deste post é o filme World Trade Center, que vi há uma semana. Poderia dizer que demorei uma semana a escrever este texto mas na verdade demorei 5 anos. Dividirei o post para que o texto não se torne cansativo.
Era uma terça-feira qualquer... A refeição ainda nem tinha sido bem digerida, quando me sentei no sofá a ver TV. O primeiro avião tinha despertado violentamente a Big Apple. Longe de pensar que um acto terrorista pudesse ser tão audaz, tudo indicava para um acidente. No meu pensamento, havia a tristeza de não ter visitado aquele lugar antes e a incredulidade de como tinha sido possível um erro tão grande... Poucos minutos depois uma imagem sobressalta-me. Seria a repetição do primeiro impacto? Não, era mesmo uma segunda explosão na outra torre. Ruía a hipótese de acidente. Um ataque terrorista em larga escala atingia os EUA. Começaram a surgir as primeiras hipóteses de explicação. Por esta altura, ligo à minha namorada da altura, também estudante de Relações Internacionais, a revelar-lhe que a sua cidade favorita estava a ser atacada...
A minha atenção era total e trocava entre a SIC Noticias (o melhor canal português a cobrir o acontecimento), a CNN e a SKY News. O meu pai, alheio à política mundial, perguntava-me o porquê de tanto alvoroço. Disse-lhe que era um daqueles dias em que o mundo mudava! Creio ter captado a sua atenção...
Os especialistas (Loureiro dos Santos, Nuno Rogeiro, Azeredo Lopes, Nuno Severiano Teixeira, Vasco Rato) iam avançando possíveis nomes dos responsáveis pelo planeamento, ao mesmo tempo que se sucediam as comemorações no mundo árabe... Várias organizações terroristas (como o Hamas) renunciaram imediatamente a autoria do ataque, porque sabiam que as retaliações existiriam. Falou-se então de um nome ainda obscuro: Bin Laden.
Toda esta conjectura foi interrompida pelo ruir das torres. Era o fim dos simbolos de NY! Entretanto, a notícia de um avião ter chocado com o Pentágono, começava a fazer temer algo de verdadeiramente grandioso. As notícias informavam o desaparecimento de vários aviões (como aquele que acabou por se despenhar na Pensilvania). Este caos estendia-se à Europa, e logo no dia em que um amigo meu fazia o voo de Paris para Génova. O avião voltou para trás quando ele já estava ao corrente dos acontecimentos...
A meio da tarde senti-me anestesiado por tudo aquilo. Só a inadequada resposta militar norte-americana me fez sair do torpor, porque comecei a ver interesses estratégicos naquilo que tinha sido uma tragédia humana...
(continua...)
Era uma terça-feira qualquer... A refeição ainda nem tinha sido bem digerida, quando me sentei no sofá a ver TV. O primeiro avião tinha despertado violentamente a Big Apple. Longe de pensar que um acto terrorista pudesse ser tão audaz, tudo indicava para um acidente. No meu pensamento, havia a tristeza de não ter visitado aquele lugar antes e a incredulidade de como tinha sido possível um erro tão grande... Poucos minutos depois uma imagem sobressalta-me. Seria a repetição do primeiro impacto? Não, era mesmo uma segunda explosão na outra torre. Ruía a hipótese de acidente. Um ataque terrorista em larga escala atingia os EUA. Começaram a surgir as primeiras hipóteses de explicação. Por esta altura, ligo à minha namorada da altura, também estudante de Relações Internacionais, a revelar-lhe que a sua cidade favorita estava a ser atacada...
A minha atenção era total e trocava entre a SIC Noticias (o melhor canal português a cobrir o acontecimento), a CNN e a SKY News. O meu pai, alheio à política mundial, perguntava-me o porquê de tanto alvoroço. Disse-lhe que era um daqueles dias em que o mundo mudava! Creio ter captado a sua atenção...
Os especialistas (Loureiro dos Santos, Nuno Rogeiro, Azeredo Lopes, Nuno Severiano Teixeira, Vasco Rato) iam avançando possíveis nomes dos responsáveis pelo planeamento, ao mesmo tempo que se sucediam as comemorações no mundo árabe... Várias organizações terroristas (como o Hamas) renunciaram imediatamente a autoria do ataque, porque sabiam que as retaliações existiriam. Falou-se então de um nome ainda obscuro: Bin Laden.
Toda esta conjectura foi interrompida pelo ruir das torres. Era o fim dos simbolos de NY! Entretanto, a notícia de um avião ter chocado com o Pentágono, começava a fazer temer algo de verdadeiramente grandioso. As notícias informavam o desaparecimento de vários aviões (como aquele que acabou por se despenhar na Pensilvania). Este caos estendia-se à Europa, e logo no dia em que um amigo meu fazia o voo de Paris para Génova. O avião voltou para trás quando ele já estava ao corrente dos acontecimentos...
A meio da tarde senti-me anestesiado por tudo aquilo. Só a inadequada resposta militar norte-americana me fez sair do torpor, porque comecei a ver interesses estratégicos naquilo que tinha sido uma tragédia humana...
(continua...)
terça-feira, outubro 03, 2006
O mundo das cores...
O mundo precisa ainda de mudar muito... E este video pode parecer brutal, mas é verdadeiro... Temos de começar a mudar todos...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo tem cada coisa...
"Com apenas três anos, Jack Neal comprou um carro através do sítio de leilões eBay. A transacção, no valor de 13000 euros, deu-se num momento de distracção da mãe, que deixou a página aberta com a palavra-passe inserida. A Jack bastou carregar na opção 'comprar agora'." in Sol
Estes prodígios de agora... Até já compram carros...
Assim vai o mundo...
Estes prodígios de agora... Até já compram carros...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, outubro 02, 2006
O mundo do Gato Esteves...
Uma bela menina pediu-me esta música do Cat Stevens...
Mas pessoalmente a favorita do senhor é esta...
Assim vai o mundo..
Mas pessoalmente a favorita do senhor é esta...
Assim vai o mundo..
O mundo tem cada coisa...
"Uma rapariga de 20 anos preparava-se para visitar o namorado numa cadeia do estado de São Paulo, Brasil, quando lhe foi identificado algo estranho no corpo. Dentro da vagina descobriram-lhe um telemóvel, um carregador, um cartão e 22 gramas de cannabis."
Como é que ela andava???
Assim vai o mundo...
Como é que ela andava???
Assim vai o mundo...
domingo, outubro 01, 2006
O mundo dos blogs...
Descobri agora que o querido Caderno de Apontamentos faz um ano...Muitos parabéns e que continua a sua vida blogosférica...
Assim vai o mundo....
Assim vai o mundo....
O mundo tem cada coisa...
"Os correios estónios pediram desculpa aos habitantes da cidade de Vandra: a propaganda eleitoral do referendo sobre a adesão à UE tinha sido enviada em envelopes com o emblema da União Soviética."
Calculo que não fossem saudades do passado...
Assim vai o mundo...
Calculo que não fossem saudades do passado...
Assim vai o mundo...
sábado, setembro 30, 2006
O mundo da música...
Um dia irei ter esta conversa com o meu filho... E se tiver sorte, farei um dueto com ele...
Father and Son
Cat Stevens
Father
Its not time to make a change,
Just relax, take it easy.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to know.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.
I was once like you are now, and I know that its not easy,
To be calm when youve found something going on.
But take your time, think a lot,
Why, think of everything youve got.
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not.
Son
How can I try to explain, when I do he turns away again.
Its always been the same, same old story.
From the moment I could talk I was ordered to listen.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
Father
Its not time to make a change,
Just sit down, take it slowly.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to go through.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.
(son-- away away away, I know I have to
Make this decision alone - no)
Son
All the times that I cried, keeping all the things I knew inside,
Its hard, but its harder to ignore it.
If they were right, Id agree, but its them you know not me.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
(father-- stay stay stay, why must you go and
Make this decision alone? )
Assim vai o mundo...
Father and Son
Cat Stevens
Father
Its not time to make a change,
Just relax, take it easy.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to know.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.
I was once like you are now, and I know that its not easy,
To be calm when youve found something going on.
But take your time, think a lot,
Why, think of everything youve got.
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not.
Son
How can I try to explain, when I do he turns away again.
Its always been the same, same old story.
From the moment I could talk I was ordered to listen.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
Father
Its not time to make a change,
Just sit down, take it slowly.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to go through.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.
(son-- away away away, I know I have to
Make this decision alone - no)
Son
All the times that I cried, keeping all the things I knew inside,
Its hard, but its harder to ignore it.
If they were right, Id agree, but its them you know not me.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
(father-- stay stay stay, why must you go and
Make this decision alone? )
Assim vai o mundo...
sexta-feira, setembro 29, 2006
O mundo da música...
Hoje apeteceu-me esta... Tem força, tem futuro... You ain't seen the best of me yet...
Fame
Irene Cara
Baby look at me
And tell me what you see
You ain't seen the best of me yet
Give me time I'll make you forget the rest
I got more in me
And you can set it free
I can catch the moon in my hands
Don't you know who I am
Remember my name
Fame
I'm gonna live forever
I'm gonna learn how to fly
High
I feel it coming together
People will see me and cry
Fame
I'm gonna make it to heaven
Light up the sky like a flame
Fame
I'm gonna live forever
Baby remember my name
Remember (8x)
Baby hold me tight
Cause you can make it right
You can shoot me straight to the top
Give me love and take all I've got to give
Baby I'll be tough
Too much is not enough
I can ride your heart til it breaks
Ooh I got what it takes
Fame
I'm gonna live forever
I'm gonna learn how to fly
High
I feel it coming together
People will see me and cry
Fame
I'm gonna make it to heaven
Light up the sky like a flame
Fame
I'm gonna live forever
Baby remember my name
Fame
Assim vai o mundo...
Fame
Irene Cara
Baby look at me
And tell me what you see
You ain't seen the best of me yet
Give me time I'll make you forget the rest
I got more in me
And you can set it free
I can catch the moon in my hands
Don't you know who I am
Remember my name
Fame
I'm gonna live forever
I'm gonna learn how to fly
High
I feel it coming together
People will see me and cry
Fame
I'm gonna make it to heaven
Light up the sky like a flame
Fame
I'm gonna live forever
Baby remember my name
Remember (8x)
Baby hold me tight
Cause you can make it right
You can shoot me straight to the top
Give me love and take all I've got to give
Baby I'll be tough
Too much is not enough
I can ride your heart til it breaks
Ooh I got what it takes
Fame
I'm gonna live forever
I'm gonna learn how to fly
High
I feel it coming together
People will see me and cry
Fame
I'm gonna make it to heaven
Light up the sky like a flame
Fame
I'm gonna live forever
Baby remember my name
Fame
Assim vai o mundo...
O Mundo privado...
O fim de uma relação muda sempre a vida de uma pessoa. Por vezes para o mal, quando se trata de uma separação conflituosa, outras vezes para o bem, quando as duas acabam com um sorriso nos lábios...
A vida quotidiana pode ser madrasta! Pode criar circunstâncias que afastam duas pessoas de modo a que elas sintam ser difícil continuar juntas. Nada tem a ver com sentimentos, quando esses são fortes, mas trata-se de entender que um passo atrás pode ser muitas vezes a melhor solução para dar dois em frente.
Acredito que cada um faz o seu caminho, mas que devemos entender o destino! Porque se realmente estamos destinados a algo, as circunstâncias irão propiciar isso. Já tive inúmeros exemplos disso, por isso acredito.
Estou bem, estou tranquilo, estou diferente. Diferente, não porque estivesse infeliz antes, mas porque uma parte da minha vida mudou. Talvez que a escrita demonstre isso, porque realmente as palavras reflectem sempre o que sinto e o que vivo...
AT
A vida quotidiana pode ser madrasta! Pode criar circunstâncias que afastam duas pessoas de modo a que elas sintam ser difícil continuar juntas. Nada tem a ver com sentimentos, quando esses são fortes, mas trata-se de entender que um passo atrás pode ser muitas vezes a melhor solução para dar dois em frente.
Acredito que cada um faz o seu caminho, mas que devemos entender o destino! Porque se realmente estamos destinados a algo, as circunstâncias irão propiciar isso. Já tive inúmeros exemplos disso, por isso acredito.
Estou bem, estou tranquilo, estou diferente. Diferente, não porque estivesse infeliz antes, mas porque uma parte da minha vida mudou. Talvez que a escrita demonstre isso, porque realmente as palavras reflectem sempre o que sinto e o que vivo...
AT
quinta-feira, setembro 28, 2006
O mundo dos livros...
Ora bem, se eu disser que gastei 55 euros em livros, irá parecer-vos um exagero! Mas se eu vos disser que comprei 10 livros, já não parecerá assim tão mal. Passem pela feira da Bertrand no Chiado que vale mesmo a pena...É só livros dos bons: Chatwin, Borges, Dostoievsky, etc... Um fartote de letras... Há quem goste de roupa, eu gosto de livros, palavras, textos....
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
quarta-feira, setembro 27, 2006
terça-feira, setembro 26, 2006
O mundo dos filmes...
Failure to launch seria um filme que apenas diria que vi. Porém no momento em que me apanha, apetece-me falar um pouco mais...
A estória versa sobre a dificuldade de um homem de 35 anos em sair de casa dos pais. A vida boa que temos quando vivemos com os pais (comida na mesa, roupa lavada, etc) é difícil de abandonar mas chega a uma altura que tem de ser. É muito pior que sejam os pais a desejar a nossa saída...
Estou a alguns meses de fazer um quarto de século, e será a melhor altura para começar uma vida nova! Se me espetar, poderei sempre voltar ao ninho...
Assim vai o mundo...
A estória versa sobre a dificuldade de um homem de 35 anos em sair de casa dos pais. A vida boa que temos quando vivemos com os pais (comida na mesa, roupa lavada, etc) é difícil de abandonar mas chega a uma altura que tem de ser. É muito pior que sejam os pais a desejar a nossa saída...
Estou a alguns meses de fazer um quarto de século, e será a melhor altura para começar uma vida nova! Se me espetar, poderei sempre voltar ao ninho...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, setembro 25, 2006
O mundo do humor...
Dedução empirica
O João estava a aparar a relva do jardim quando repara num novo vizinho a
mudar-se para a casa do lado. Curioso acerca-se dele e após as apresentações
da praxe, Miguel, o novo vizinho, diz-lhe que é Professor de Dedução
Empirica.
João - Dedução Empirica?! Que é isso?!
Miguel - Bem, deixe-me dar-lhe um exemplo... estou a ver que tem uma casinha
para cães. Deduzo que tenha um cão. Se tem um cão é provável que tenha
filhos.Se tem filhos é mais que normal que tenha esposa. Se tem esposa sou
forçado a deduzir que é heterossexual.
João - Isso é muito fixe!
Separam-se e João vai conversar com o outro vizinho, Zé, que também tinha
reparado na mudança para a casa ao lado.
Zé - Novo vizinho hã, Que faz ele?
João - É Professor de Dedução Empirica.
Zé - Dedução Empirica?! Que é isso?!
João - Deixa dar-te um exemplo. Tens um cão?
Zé - Não.
João -És Paneleiro...
Assim vai o mundo...
O João estava a aparar a relva do jardim quando repara num novo vizinho a
mudar-se para a casa do lado. Curioso acerca-se dele e após as apresentações
da praxe, Miguel, o novo vizinho, diz-lhe que é Professor de Dedução
Empirica.
João - Dedução Empirica?! Que é isso?!
Miguel - Bem, deixe-me dar-lhe um exemplo... estou a ver que tem uma casinha
para cães. Deduzo que tenha um cão. Se tem um cão é provável que tenha
filhos.Se tem filhos é mais que normal que tenha esposa. Se tem esposa sou
forçado a deduzir que é heterossexual.
João - Isso é muito fixe!
Separam-se e João vai conversar com o outro vizinho, Zé, que também tinha
reparado na mudança para a casa ao lado.
Zé - Novo vizinho hã, Que faz ele?
João - É Professor de Dedução Empirica.
Zé - Dedução Empirica?! Que é isso?!
João - Deixa dar-te um exemplo. Tens um cão?
Zé - Não.
João -És Paneleiro...
Assim vai o mundo...
domingo, setembro 24, 2006
O nosso mundo..
Se todos fossemos assim, alguma coisa havia de mudar!...
Requerimento
Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses
Joaquim Manuel Coutinho Ribeiro, eleitor nº 6 da freguesia de Soalhães, vem expor e requerer a V. Excia o seguinte:
1. Na reunião da Assembleia Municipal do passado dia 29, ouvi V. afirmar que, a partir desta semana, iria passar a dispor de um Audi a6.
2. E percebi, das suas palavras, que não se tratava de um acto de vaidade pessoal, mas uma forma de melhorar a imagem do município, pois que a viatura estaria ao serviço do município e não do seu presidente.
3. Reflectindo sobre o assunto, lembrei-me de que o Audi do município poderá resolver-me um problema logístico que tenho em mãos.
4. No próximo dia 13, é o casamento da minha prima Ester (jovem médica) com o David (jovem médico).
5. Pediu-me a minha prima que a transportasse à Igreja, ao que eu anuí.
6. Lembrei-me, depois, que o meu carro só tem duas portas o que, convenhámos, não é muito operacional para o efeito, sobretudo para entradas e saídas, já que o vestido poderá ficar agarrado e eventualmente rasgar-se.
7. Foi desta forma que me lembrei que, sendo eu munícipe do Marco, e estando o Audi ao serviço do município, seria um acto da maior justiça que eu pudesse transportar a minha prima ao casamento no A6.
8. Ainda pensei que talvez pudesse requerer a utilização do jeep Toyota, mas temo que os convidados possam gozar a noiva por se deslocar em em tal veículo.
9. Opto, pois, pelo Audi, com a promessa de que o entregarei lavado e com o combustível reposto.
10. Dispenso o motorista.
Face ao exposto, requeiro a V. Excia se digne emprestar o A6 para utilização deste modesto munícipe no próximo dia 13, durante todo o dia.
Pede deferimento
Joaquim Manuel Coutinho Ribeiro
Assim vai o (nosso) mundo...
Requerimento
Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses
Joaquim Manuel Coutinho Ribeiro, eleitor nº 6 da freguesia de Soalhães, vem expor e requerer a V. Excia o seguinte:
1. Na reunião da Assembleia Municipal do passado dia 29, ouvi V. afirmar que, a partir desta semana, iria passar a dispor de um Audi a6.
2. E percebi, das suas palavras, que não se tratava de um acto de vaidade pessoal, mas uma forma de melhorar a imagem do município, pois que a viatura estaria ao serviço do município e não do seu presidente.
3. Reflectindo sobre o assunto, lembrei-me de que o Audi do município poderá resolver-me um problema logístico que tenho em mãos.
4. No próximo dia 13, é o casamento da minha prima Ester (jovem médica) com o David (jovem médico).
5. Pediu-me a minha prima que a transportasse à Igreja, ao que eu anuí.
6. Lembrei-me, depois, que o meu carro só tem duas portas o que, convenhámos, não é muito operacional para o efeito, sobretudo para entradas e saídas, já que o vestido poderá ficar agarrado e eventualmente rasgar-se.
7. Foi desta forma que me lembrei que, sendo eu munícipe do Marco, e estando o Audi ao serviço do município, seria um acto da maior justiça que eu pudesse transportar a minha prima ao casamento no A6.
8. Ainda pensei que talvez pudesse requerer a utilização do jeep Toyota, mas temo que os convidados possam gozar a noiva por se deslocar em em tal veículo.
9. Opto, pois, pelo Audi, com a promessa de que o entregarei lavado e com o combustível reposto.
10. Dispenso o motorista.
Face ao exposto, requeiro a V. Excia se digne emprestar o A6 para utilização deste modesto munícipe no próximo dia 13, durante todo o dia.
Pede deferimento
Joaquim Manuel Coutinho Ribeiro
Assim vai o (nosso) mundo...
sexta-feira, setembro 22, 2006
O Mundo ausenta-se...
... durante uns dias... Vou até à terra deste ecoponto... Se puder vou postando... Se não, até quinta!
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
quinta-feira, setembro 21, 2006
O mundo tem cada coisa...
"170 mil euros. É o valor da multa por excesso de velocidade infligida a um milionário finlandês. Jussi Salonoja circulava a 80 km por hora em vez de 40, no centro de Helsínquia. Na Finlândia, as multas são aplicadas em função do rendimento, podendo ser plafonadas." in Iltalehti, Helsínquia
Porque é que eu tenho a sensação que se isto fosse assim em Portugal, teríamos muito mais pessoas a declararem-se pobres???
Assim vai o mundo...
Porque é que eu tenho a sensação que se isto fosse assim em Portugal, teríamos muito mais pessoas a declararem-se pobres???
Assim vai o mundo...
quarta-feira, setembro 20, 2006
O Mundo privado...
Dar a minha opinião sobre a série House e dizer que gosto muito de medicina, deu azo a uma discussão entre duas das meninas que visitam o meu mundo. Essa troca de palavras descambou e senti a necessidade de escrever este post...
Creio que as duas esqueceram rapidamente que Gregory House é uma personagem de ficção. Representa um médico inteligente, conhecedor das matérias, mas com um lado humano pouco ético e pouca simpatia. É um anti-herói típico, já que acaba por dar as soluções para os casos, atropelando muitas vezes as regras deontológicas. É claro que há médicos assim... Que apresentam um competência profissional enorme e uma componente humana execrável. Por exemplo, o médico que posso considerar "de família" (já que eu, meu pai e minha avó somos consultados por ele), é assim mesmo. Nunca o vi sorrir, está sempre mal-humorado e com piadas sarcásticas. No entanto, é extremamente comptetente. Por outro lado, os dois pneumologistas que me acompanham por causa do pneumotórax são de uma simpatia incrível. Tudo isto para dizer que quanto ao House, a sua falta de afabilidade resulta do homem e não do médico. É a própria ex-mulher na série que o afirma, e é essa a causa de existir o Dr. Wilson (o médico simpático) e a Dra. Cameron (uma médica delico-doce que chora que sofre com os doentes). Tem de existir esse contrapeso à acidez do House...
Relativamente à discussão em si, há uma coisa que me faz mais confusão: é como duas pessoas inteligentes cairam emk generalizações. É óbvio que há péssimos, maus, bons e excelentes médicos. Acho que já apanhei todas as categorias! E continuo a confiar imenso neles. Sei que nada tem de deuses.
Costumo dizer que sou um óptimo doente (porque cumpro as ordens dos médicos à risca) e um péssimo queixoso (porque só em última instância me atrevo a chatear um médico com dores).
Acredito que ver entes queridos sofrerem por causa de negligência médica, custe muitíssimo. Também o meu avô foi mandado para casa do hospital e morreu nessa noite em casa. Também eu passei um dia no hospital com um tubo no peito sem que ele estivesse no sítio certo. Mas ainda assim confio neles. Porque eles sabem mais que eu...
Se há mais condições nos hospitais universitários americanos que nos portugueses, sim... Se o House teria mais dificuldade (talvez mais valor), se a série se passasse em Angola, sim... Se as pessoas não se devem auto-medicar ou armar-se em médicos, não... Se a alguns médicos interessa que haja listas de espera porque faz com que a medicina privada tenha mais pacientes, sim... Se os médicos quando estão doentes se tornam pacientes chatos, sim... Se vi um caso de negligência gritante quando vivi em Itália, sim...
Agora, directamente para as meninas:
Lolita, há problemas em todo o lado. Hunter «Patch» Addams (há o filme com o Robin Williams) teve uma luta com a sua universidade por causa da sua humanidade. à causa disso criou a clínica de assistência grátis Gesundheit que tem uma lista de espera enorme...de médicos a quererem trabalhar lá. E cá também há médicos assim e é preciso confiar neles!
Woochi, sei que poderás ser uma óptima médica. Mas tens razão quando dizes que ainda sabes pouco. No dia em que a tua cara for a última coisa que um paciente vir, terás de ter a certeza que fizeste tudo por tudo. Não se espera milagres teus, mas que ponhas todo o teu saber e vontade na profissão. É que é um limbo perigoso quando se trata da vida humana. Sir Arthur Conan Doyle, autor das aventuras de Sherlock, escreveu na sua caricatura ao receber o diploma de medicina: "License to Kill". Tu tens "License to save"...:)
Assim vai o mundo...
Creio que as duas esqueceram rapidamente que Gregory House é uma personagem de ficção. Representa um médico inteligente, conhecedor das matérias, mas com um lado humano pouco ético e pouca simpatia. É um anti-herói típico, já que acaba por dar as soluções para os casos, atropelando muitas vezes as regras deontológicas. É claro que há médicos assim... Que apresentam um competência profissional enorme e uma componente humana execrável. Por exemplo, o médico que posso considerar "de família" (já que eu, meu pai e minha avó somos consultados por ele), é assim mesmo. Nunca o vi sorrir, está sempre mal-humorado e com piadas sarcásticas. No entanto, é extremamente comptetente. Por outro lado, os dois pneumologistas que me acompanham por causa do pneumotórax são de uma simpatia incrível. Tudo isto para dizer que quanto ao House, a sua falta de afabilidade resulta do homem e não do médico. É a própria ex-mulher na série que o afirma, e é essa a causa de existir o Dr. Wilson (o médico simpático) e a Dra. Cameron (uma médica delico-doce que chora que sofre com os doentes). Tem de existir esse contrapeso à acidez do House...
Relativamente à discussão em si, há uma coisa que me faz mais confusão: é como duas pessoas inteligentes cairam emk generalizações. É óbvio que há péssimos, maus, bons e excelentes médicos. Acho que já apanhei todas as categorias! E continuo a confiar imenso neles. Sei que nada tem de deuses.
Costumo dizer que sou um óptimo doente (porque cumpro as ordens dos médicos à risca) e um péssimo queixoso (porque só em última instância me atrevo a chatear um médico com dores).
Acredito que ver entes queridos sofrerem por causa de negligência médica, custe muitíssimo. Também o meu avô foi mandado para casa do hospital e morreu nessa noite em casa. Também eu passei um dia no hospital com um tubo no peito sem que ele estivesse no sítio certo. Mas ainda assim confio neles. Porque eles sabem mais que eu...
Se há mais condições nos hospitais universitários americanos que nos portugueses, sim... Se o House teria mais dificuldade (talvez mais valor), se a série se passasse em Angola, sim... Se as pessoas não se devem auto-medicar ou armar-se em médicos, não... Se a alguns médicos interessa que haja listas de espera porque faz com que a medicina privada tenha mais pacientes, sim... Se os médicos quando estão doentes se tornam pacientes chatos, sim... Se vi um caso de negligência gritante quando vivi em Itália, sim...
Agora, directamente para as meninas:
Lolita, há problemas em todo o lado. Hunter «Patch» Addams (há o filme com o Robin Williams) teve uma luta com a sua universidade por causa da sua humanidade. à causa disso criou a clínica de assistência grátis Gesundheit que tem uma lista de espera enorme...de médicos a quererem trabalhar lá. E cá também há médicos assim e é preciso confiar neles!
Woochi, sei que poderás ser uma óptima médica. Mas tens razão quando dizes que ainda sabes pouco. No dia em que a tua cara for a última coisa que um paciente vir, terás de ter a certeza que fizeste tudo por tudo. Não se espera milagres teus, mas que ponhas todo o teu saber e vontade na profissão. É que é um limbo perigoso quando se trata da vida humana. Sir Arthur Conan Doyle, autor das aventuras de Sherlock, escreveu na sua caricatura ao receber o diploma de medicina: "License to Kill". Tu tens "License to save"...:)
Assim vai o mundo...
terça-feira, setembro 19, 2006
O mundo tem cada coisa...
"«Vamos atirá-la, mas sem testemunhas», protesta-se violentamente em Castela, em Manganeses de la Polvorosa, onde a presença dos jornalistas e a ameaça de uma multa de 30 mil euros inviabilizaram o tradicional lançamento da cabra, efectuado do alto do sino da igreja local. Esta prática é ilegal desde 1999. O animal não se esmagaria no solo: aterraria numa lona estendida pelos participante!" in El Mundo, Madrid
Porque raio querem eles mandar a cabra do sino???
Assim vai o mundo...
Porque raio querem eles mandar a cabra do sino???
Assim vai o mundo...
O mundo dos livros...
Acabei ontem o Viver para Conta-la do meu querido Gabito! Depois de ter lido as memórias de Pablo Neruda, e que me fez imaginar escrever a minha biografia, este livro deu-me mais algumas ideias... Não é um livro fácil! Gabo escreve 400 páginas da sua vida, mas também da vida da Colômbia. Há muita informação, muitos nomes a reter... Algo diferente de Neruda, é a forma como ele vai explicando como os seus livros foram sendo construídos. Ou seja, as personagens e os lugares que fazem cada um dos seus livros baseiam-se em fragmentos da sua vida e que ganharam uma nova vida...
Gostei muito de conhecer melhor um escritor que admiro, saber que só tarde começou a escrever a serio (apesar de ler há muitos anos), e de conhecer a veia fortemente jornalistica/contista...
Aconselho a todos...
Assim vai o mundo...
Gostei muito de conhecer melhor um escritor que admiro, saber que só tarde começou a escrever a serio (apesar de ler há muitos anos), e de conhecer a veia fortemente jornalistica/contista...
Aconselho a todos...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, setembro 18, 2006
O Mundo privado...
Vendo o House um dia destes, tenho de reconhecer que me fascina o conhecimento do corpo humano. Não me importava de tirar Medicina para conhecer melhor a mais complexa máquina que existe. Não gostaria de exercer, apenas estudar! Não, porque não quisesse salvar vidas mas porque me frustraria as que não salvasse. E não sei como lidaria com a morte de um desconhecido...
Gosto de saber e absorver os conhecimentos médicos que ouço. Daí o meu fascínio pelas batas com médicos/médicas dentro...
Assim vai o mundo...
Gosto de saber e absorver os conhecimentos médicos que ouço. Daí o meu fascínio pelas batas com médicos/médicas dentro...
Assim vai o mundo...
O humor no mundo...
Numa prova de entrada para a Universidade...
Questão : Interpretar o seguinte trecho de poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
Uma aluna deu a sua interpretação:
"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"
Teve nota máxima. Foi a primeira vez, depois de mais de 500 anos, que
alguém entendeu qual era a ideia do Camões...
Assim vai o mundo...
Questão : Interpretar o seguinte trecho de poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
Uma aluna deu a sua interpretação:
"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"
Teve nota máxima. Foi a primeira vez, depois de mais de 500 anos, que
alguém entendeu qual era a ideia do Camões...
Assim vai o mundo...
O Mundo sente-se...
... interventivo... Que bela versão de uma música que fala sobre um dos dias mais negros da história da humanidade! Este senhor, também assistiu e comandou alguns dias negros... Quando ele for embora, e vai, não deixará saudade... É que até os apoiantes começam a ter dificuldade em defende-lo!
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
domingo, setembro 17, 2006
O mundo dos filmes...
Exultei quando Jon Stewart foi o apresentador dos Óscars do ano passado. É com pena que descubro que vai ser substituído. Não por não confiar na capacidade de Ellen DeGeneres, mas porque acho que se perde a inteligência e humor do fantástico apresentador do Daily Show...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo dos filmes...
Relativo a isto, mais novidades... O realizador será Mike Newell (autor de Quatro Casamentos e um Funeral), o que é um bom indício. Mas as melhores notícias é que no elenco, os personagens principais actores serão Javier Bardem (sublime em Mar Adentro) e a belíssima Giovanna Mezzogiorno... Para além deles, actores como Benjamin Bratt ou John Leguizamo... A não perder!!!
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
sábado, setembro 16, 2006
O Mundo privado...
Tanta coisa a dizer e não tenho tempo... Amanhã prometo que me vingo... Como sinto que devo uma desculpa aos meus fiéis leitores, deixo o Bob a cantar uma Redemption Song...
Redemption Song
Bob Marley
Old pirates, yes, they rob i;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took i
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the and of the almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Wont you help to sing
These songs of freedom? -
cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? ooh!
Some say its just a part of it:
Weve got to fulfil de book.
Wont you help to sing
These songs of freedom? -
cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
/guitar break/
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! have no fear for atomic energy,
cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say its just a part of it:
Weve got to fulfil de book.
Wont you help to sing
Dese songs of freedom? -
cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.
Redemption Song
Bob Marley
Old pirates, yes, they rob i;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took i
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the and of the almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Wont you help to sing
These songs of freedom? -
cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? ooh!
Some say its just a part of it:
Weve got to fulfil de book.
Wont you help to sing
These songs of freedom? -
cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
/guitar break/
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! have no fear for atomic energy,
cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say its just a part of it:
Weve got to fulfil de book.
Wont you help to sing
Dese songs of freedom? -
cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.
sexta-feira, setembro 15, 2006
O mundo dos filmes...
Ontem à noite fui ver o filme Eu, Tu e o Emplastro... É um filme que não se faz questão de ver no cinema, pode ser matiné televisiva, mas deu para rir que também é preciso....
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
O mundo da publicidade
Eh, pá, tinha mesmo saudade deste anúncio... O "bife" a dizer Carvalhelhos é demais...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
Os mundos do Mundo
O Mundo sente-se...
Acordei eu com uma força revivalista, uma imensa saudade de um passado futuro e não estava a conseguir pensar numa música... Mas eis que surge um pouco de Loucura e me dá esta ideia. Pois bem, o evento foi muito louvável (Live 8), uma das melhores bandas de sempre (PF)e a música, meus amigos, uma das top 5...
"Wish you were here"
Pink Floyd
So, so you think you can tell Heaven from Hell,
blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
And did they get you to trade your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground.
What have you found? The same old fears.
Wish you were here.
Assim vai o mundo...
"Wish you were here"
Pink Floyd
So, so you think you can tell Heaven from Hell,
blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
And did they get you to trade your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground.
What have you found? The same old fears.
Wish you were here.
Assim vai o mundo...
quinta-feira, setembro 14, 2006
O primo do Mundo...
O meu primo partiu hoje para a Suécia para um estágio de três meses... Espero que tudo corra bem, e se calhar ainda o visito... Para ele aqui vão os ABBa e que ele encontra uma Dancing Queen...
Assim vai o (primo do) mundo...
Assim vai o (primo do) mundo...
quarta-feira, setembro 13, 2006
O mundo tem cada coisa...
"Os gondoleiros terão de soprar no balão. Daqui em diante, o código da estrada - álcool-teste, pontos, apreensão da carta de condução e «tutti quanti» - aplica-se à navegação na lagoa veneziana. Até agora, os gondoleiros, taxistas e condutores de barcos de transporte podiam conduzir em estado de embriaguez. Bastava que «não estivessem completamente ébrios», explica Alfonso Garlisi, da polícia municipal." in Il Gazzettino, Veneza
Ahahhah, e em Portugal, para quando aos GNR a cavalo??:)
Assim vai o mundo...
Ahahhah, e em Portugal, para quando aos GNR a cavalo??:)
Assim vai o mundo...
O Mundo sente-se..
Há dias em que se acorda com uma força, uma tal vontade de viver que se quer abarcar o mundo de uma so vez... Dias em que se deseja o melhor, esperando o pior; dias em que a juventude são como diamantes ao sol... E atenção a juventude não é a menor idade. A idade é um número!!!
"Forever young"
Alphaville
Lets dance in style, lets dance for a while
Heaven can wait were only watching the skies
Hoping for the best but expecting the worst
Are you going to drop the bomb or not?
Let us die young or let us live forever
We dont have the power but we never say never
Sitting in a sandpit, life is a short trip
The musics for the sad men
Can you imagine when this race is won
Turn our golden faces into the sun
Praising our leaders were getting in tune
The musics played by the madmen
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever, forever and ever
Some are like water, some are like the heat
Some are a melody and some are the beat
Sooner or later they all will be gone
Why dont they stay young
Its so hard to get old without a cause
I dont want to perish like a fading horse
Youth is like diamonds in the sun
And dimonds are forever
So many adventures couldnt happen today
So many songs we forgot to play
So many dreams are swinging out of the blue
We let them come true
Assim vai o mundo...
"Forever young"
Alphaville
Lets dance in style, lets dance for a while
Heaven can wait were only watching the skies
Hoping for the best but expecting the worst
Are you going to drop the bomb or not?
Let us die young or let us live forever
We dont have the power but we never say never
Sitting in a sandpit, life is a short trip
The musics for the sad men
Can you imagine when this race is won
Turn our golden faces into the sun
Praising our leaders were getting in tune
The musics played by the madmen
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever, forever and ever
Some are like water, some are like the heat
Some are a melody and some are the beat
Sooner or later they all will be gone
Why dont they stay young
Its so hard to get old without a cause
I dont want to perish like a fading horse
Youth is like diamonds in the sun
And dimonds are forever
So many adventures couldnt happen today
So many songs we forgot to play
So many dreams are swinging out of the blue
We let them come true
Assim vai o mundo...
terça-feira, setembro 12, 2006
O Mundo tem cada coisa...
Li ontem que a média mundial de uma relação sexual é de dois minutos! Eu tenho andado num Mundo diferente, de certeza...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
segunda-feira, setembro 11, 2006
Mundo dos filmes...
Leio que a fantástica Fernanda Montenegro foi convidada para participar no filme baseado no Amor em Tempos de Cólera de Gabriel Garcia Marquez. Belíssima escolha! Ron Howard como autor do guião parece-me bem também...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
domingo, setembro 10, 2006
O mundo tem cada coisa...
Este rapaz chama-se John Carpenter e tem uma calma indescrítivel...
Assim vai o mundo...
Assim vai o mundo...
sábado, setembro 09, 2006
Mundo em peças...
Há uns tempos a formosa Rosa falou de puzzles... Pois bem este é o que estou a fazer de 3000 peças (L'arche de Noé de J. Brueghel II)....

Mas adorava fazer um enorme do meu quadro favorito (The son of Man de Magritte)... Se quiserem oferecer...:D

Assim vai o Mundo...

Mas adorava fazer um enorme do meu quadro favorito (The son of Man de Magritte)... Se quiserem oferecer...:D

Assim vai o Mundo...
O Mundo acordou assim...
Adoro publicidade mas este será sempre o melhor anúncio...
Assim acordou o Mundo...
Assim acordou o Mundo...
sexta-feira, setembro 08, 2006
O Mundo sente-se...
... chill out....
"Home"
Zero 7
Lost in cheap delirium
Searching the neon lights
I move carefully
Sink in the city aquarium
Sing in the key of night
As they're watching me
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
'Cause lately I've been losing on my own
Wrapped in silent elegance
Beautifully broken down
As illusions burst
Too late to learn from experience
Too late to wonder how
To finish first
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
'Cause lately I've been losing on my own
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
Won't you take me home
Won't you take me home
'Cause lately I've been losing on my own
Won't you take me home
Assim vai o Mundo...
"Home"
Zero 7
Lost in cheap delirium
Searching the neon lights
I move carefully
Sink in the city aquarium
Sing in the key of night
As they're watching me
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
'Cause lately I've been losing on my own
Wrapped in silent elegance
Beautifully broken down
As illusions burst
Too late to learn from experience
Too late to wonder how
To finish first
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
'Cause lately I've been losing on my own
Take me somewhere we can be alone
Make me somewhere I can call a home
Won't you take me home
Won't you take me home
'Cause lately I've been losing on my own
Won't you take me home
Assim vai o Mundo...
O Mundo privado...
Não sei se já vos disse mas tenho um fraquinho por meninas de bata...
PS- É de mim ou tem todas cova no queixo?
Assim é o Mundo...
PS- É de mim ou tem todas cova no queixo?
quinta-feira, setembro 07, 2006
O mundo tem cada coisa...
"Um sexagenário que estava a tentar ter relações sexuais com uma elefanta foi condenado a 15 anos de prisão. Surpreendido seminu, empoleirado num caixote atrás do animal, Kim Lee Chong declarou que a elefanta era reencarnação da sua mulher, Wey. «Reconheci-a imediatamente pelo olhar atrevido», afirmou ao tribunal de Phuket, na Tailândia." in The Sun
Primeiro, é de mim ou ele insultou a mulher? Segundo, ainda bem que ele não tentou uma posição sexual em que fosse a mulher / elefanta a ficar por cima! Terceiro, ganda maluco...
Assim vai o mundo...
Primeiro, é de mim ou ele insultou a mulher? Segundo, ainda bem que ele não tentou uma posição sexual em que fosse a mulher / elefanta a ficar por cima! Terceiro, ganda maluco...
Assim vai o mundo...
O Mundo sente-se...
Há dias assim...
Bad Day
Daniel Powter
Where is the moment when we need it the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue sky's faded to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carrying on
You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces every time
And I don't need no carrying on
Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day
Well you need a blue sky holiday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carrying on
You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day
Sometimes the system goes on the blink and the whole thing it turns out
Wrong
You might not make it back and you know that you could be well oh that
Strong
Well I'm not wrong
So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost
Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You see what you like
And how does it feel, one more time
You had a bad day
You had a bad day
You had a bad day
Bad Day
Daniel Powter
Where is the moment when we need it the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue sky's faded to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carrying on
You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces every time
And I don't need no carrying on
Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day
Well you need a blue sky holiday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carrying on
You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day
Sometimes the system goes on the blink and the whole thing it turns out
Wrong
You might not make it back and you know that you could be well oh that
Strong
Well I'm not wrong
So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost
Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You see what you like
And how does it feel, one more time
You had a bad day
You had a bad day
You had a bad day
quarta-feira, setembro 06, 2006
O mundo da net...
Ja aqui falei neste site, mas por acaso hoje o seu autor foi até o meu trabalho... Pelos vistos ele trabalha conosco há uns tempos e não nos tinha revelado isso...
Assim, aqui fica ao Paulo as minhas merecidas homenagens!
Assim vai o mundo...
Assim, aqui fica ao Paulo as minhas merecidas homenagens!
Assim vai o mundo...
O Mundo sente-se...
O Mundo sente-se... optimista!
Always Look on the Bright Side of Life (from Monty Python)
Some things in life are bad
They can really make you mad
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle
Don't grumble, give a whistle
And this'll help things turn out for the best...
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
If life seems jolly rotten
There's something you've forgotten
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps
Don't be silly chumps
Just purse your lips and whistle - that's the thing.
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
For life is quite absurd
And death's the final word
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin - give the audience a grin
Enjoy it - it's your last chance anyhow.
So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath
Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you.
And always look on the bright side of life...
Always look on the right side of life...
(Come on guys, cheer up!)
Always look on the bright side of life...
Always look on the bright side of life...
(Worse things happen at sea, you know.)
Always look on the bright side of life...
(I mean - what have you got to lose?)
(You know, you come from nothing - you're going back to nothing.
What have you lost? Nothing!)
Always look on the right side of life...
Always Look on the Bright Side of Life (from Monty Python)
Some things in life are bad
They can really make you mad
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle
Don't grumble, give a whistle
And this'll help things turn out for the best...
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
If life seems jolly rotten
There's something you've forgotten
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps
Don't be silly chumps
Just purse your lips and whistle - that's the thing.
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...
For life is quite absurd
And death's the final word
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin - give the audience a grin
Enjoy it - it's your last chance anyhow.
So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath
Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you.
And always look on the bright side of life...
Always look on the right side of life...
(Come on guys, cheer up!)
Always look on the bright side of life...
Always look on the bright side of life...
(Worse things happen at sea, you know.)
Always look on the bright side of life...
(I mean - what have you got to lose?)
(You know, you come from nothing - you're going back to nothing.
What have you lost? Nothing!)
Always look on the right side of life...
terça-feira, setembro 05, 2006
Mundo privado...
O post de ontem não foi bem compreendido! Aquela frase foi a resposta de uma amiga minha aqui há uns anos, quando acabei uma relação. E tornou-se a frase-chave de auto-estima...
O Mundo sente-se...
O Mundo sente-se...Bad Boy!
Bad Boys
Inner Circle
Bad boys
Whatcha want, watcha want
Whatcha gonna do
When Sheriff John Brown come for you
Tell me
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
Yeaheah
CHORUS:
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
When you were eight
And you had bad traits
You go to school
And learn the golden rule
So why are you
Acting like a bloody fool
If you get hot
You must get cool
CHORUS
You chuck it on that one
You chuck it on this one
You chuck it on your mother and
You chuck it on your father
You chuck it on your brother and
You chuck it on your sister
You chuck it on that one and
You chuck it on me
CHORUS
(Repeat)
Nobody naw give you no break
Police naw give you no break
Soldier naw give you no break
Not even you 'idren naw give you no break
Hey hey
CHORUS
(Repeat)
Why did you have to act so mean
Don't you know you're human being
Born of a mother with the love of a father
Reflections come and reflections go
I know sometimes you want to let go
Hey hey hey
I know sometimes you want to let go
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
(You're too bad, you're too rude)
(You're too bad, you're too rude)
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
(Repeat)
You chuck it on that one
You chuck it on this one
You chuck it on your mother and
You chuck it on your father
You chuck it on your brother and
You chuck it on your sister
You chuck it on that one and
You chuck it on me
CHORUS
(repeat 'til the end)
Assim vai o Mundo...
Bad Boys
Inner Circle
Bad boys
Whatcha want, watcha want
Whatcha gonna do
When Sheriff John Brown come for you
Tell me
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
Yeaheah
CHORUS:
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
When you were eight
And you had bad traits
You go to school
And learn the golden rule
So why are you
Acting like a bloody fool
If you get hot
You must get cool
CHORUS
You chuck it on that one
You chuck it on this one
You chuck it on your mother and
You chuck it on your father
You chuck it on your brother and
You chuck it on your sister
You chuck it on that one and
You chuck it on me
CHORUS
(Repeat)
Nobody naw give you no break
Police naw give you no break
Soldier naw give you no break
Not even you 'idren naw give you no break
Hey hey
CHORUS
(Repeat)
Why did you have to act so mean
Don't you know you're human being
Born of a mother with the love of a father
Reflections come and reflections go
I know sometimes you want to let go
Hey hey hey
I know sometimes you want to let go
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
(You're too bad, you're too rude)
(You're too bad, you're too rude)
Bad boys, bad boys
Whatcha gonna do, whatcha gonna do
When they come for you
(Repeat)
(Repeat)
You chuck it on that one
You chuck it on this one
You chuck it on your mother and
You chuck it on your father
You chuck it on your brother and
You chuck it on your sister
You chuck it on that one and
You chuck it on me
CHORUS
(repeat 'til the end)
Assim vai o Mundo...
segunda-feira, setembro 04, 2006
O mundo da bola...
Quem me conhece sabe que adoro desporto! Por causa dos pais, por causa de ter 17 dias de idade quando entrei num pavilhão pela primeira vez, por causa de praticar pelo menos uma modalidade há 22 anos, etc...
Mas daí até entender que os telejornais abram com o "caso Mateus" vai uma grande distância. Já estou farto de reportagens e directos sobre este assunto. Sobretudo quando para mim a solução é rápida: o Gil Vicente iria para a Liga de Honra mas poria em tribunal a Liga e a Federação (e os Tribunais civis decidiriam o valor de uma indemnização); o Belenenses continuaria na Liga de Honra porque perdeu em campo; e o Leixões subiria para completar os 16 clubes...
Assim vai o mundo...
Mas daí até entender que os telejornais abram com o "caso Mateus" vai uma grande distância. Já estou farto de reportagens e directos sobre este assunto. Sobretudo quando para mim a solução é rápida: o Gil Vicente iria para a Liga de Honra mas poria em tribunal a Liga e a Federação (e os Tribunais civis decidiriam o valor de uma indemnização); o Belenenses continuaria na Liga de Honra porque perdeu em campo; e o Leixões subiria para completar os 16 clubes...
Assim vai o mundo...
Mundo privado...
Lembrei-me hoje das palavras de uma amiga:
" Seja quem for a mulher, será sempre ela que fica a perder!"
Assim vai o mundo...
" Seja quem for a mulher, será sempre ela que fica a perder!"
Assim vai o mundo...
domingo, setembro 03, 2006
O mundo dos jornais...
Na sexta saíu o último Independente! Nunca fui de direita, e o jornal foi sempre desse espectro, mas foram semanas e semanas a comprar o "Indy" à sexta-feira. Cheguei a ter montes deles, e ainda devo ter recortes de notícias, imagens e cartoons dessa altura. Foi o primeiro jornal que comprei regularmente e isto quando teria os meus 14/15 anos. Se calhar menos até porque acompanhei a erosão de Cavaco Silva como PM, através das facadas de fim de semana. Os meus pais, ainda hoje reticentes quanto à minha paixão por jornais e revistas, não achavam normal ver-me deitado no chão do meu quarto às sextas-feiras ao fim do dia a devorar o jornal...
Nos últimos anos traí o Independente pela Visão, Expresso e Courrier (mais recentemente), sobretudo porque achei que o seu tempo tinha passado. As "cachas" já não tinham o mesmo impacto, acutilância, assertividade... Tinha perdido a magia crítica...
Ainda assim, tenho pena de o ver desaparecer...
Assim vai o mundo...
Nos últimos anos traí o Independente pela Visão, Expresso e Courrier (mais recentemente), sobretudo porque achei que o seu tempo tinha passado. As "cachas" já não tinham o mesmo impacto, acutilância, assertividade... Tinha perdido a magia crítica...
Ainda assim, tenho pena de o ver desaparecer...
Assim vai o mundo...
O Mundo na capital...
Como disse, andei ontem e hoje pela capital. Fui por motivos profissionais (que não deram em nada) e assuntos pessoais (estar com um amigo). Mas a maior parte do tempo estive sozinho, o que é bom para observar... Assim, apraz-me dizer:
- Na minha saída nocturna pelo Bairro Alto e discoteca Buddha, assisti a um fenómeno curioso. A miscigenação nas relações está na moda, ou pelo menos deixou de ser tabu. O português "branco", permitam-me a especificação, perdeu a vergonha social de namorar ou "estar com" mulheres africanas ou brasileiras. Nota-se uma maior "coloração" (quem me conhece sabe que até é o meu gosto) nos casais. Deixou de haver uma segregação irracional que separava as "noites africanas" e as "noites portuguesas". A tudo isto, dou o meu forte apoio, porque está mais que na altura de começarmos a reconhecer Portugal como país multi-racial.
- Gosto muito do Porto! Lisboa é de amores e ódios. A capital não é uma cidade para se estar sozinho. A maior aglomeração e animação faz com que uma pessoa sozinha se ache solitária. No Porto, sozinho, pode-se ir a um Guarani ou Maria vai com as Outras e não nos sentimos sós. No Bairro Alto ou Santos, ou se está em grupo ou então se tem à-vontade paa meter conversa (sobretudo com estrangeiros), porque de outra maneira podemos sentir-nos aparte, marginalizados. Parte tudo da ideia que num contexto de grupo, o indivíduo pode sentir ainda mais solidão.
- Habituei-me à noite! Pude sair à noite muito novo e por isso perdi o medo dela muito cedo. Nunca fui assaltado, e por isso não sei como reagiria... Não procuro confusões mas não me esquivo da noite. Para quem conhece Lisboa, ontem à noite fiz a pé o percurso desde o Bairro Alto até Alcântara (passando o Terreiro do Paço, Santos, etc)... Já hoje me perguntaram se era doido e se não tinha sido assaltado. Doido, sou! Varrido, até! Mas quem me tira o prazer de caminhar à noite, tira-me muito do meu ser. Fi-lo em Famalicão, Póvoa, Braga, Porto, Lisboa, Aveiro, Coimbra, Madrid, Veneza, Milão, Bérgamo, Turim, Génova, Roma, Nice, Mónaco, Bruxelas, Brugges, Osnabrück, Bremen, etc, e nunca me aconteceu nada... Pode ser até ao dia em que leve nos "cornos", mas até lá arrisco. Arrisco sempre!
- Incrível como no Bairro Alto me abordaram mais de dez vezes a perguntar se queria haxixe ou coca. É verdade que já não estava com os olhos muito abertos (mais ou menos pal plus), mas era do sono de ter dormido 5 horas na noite anterior. Receio que os miúdos de agora tenham mais facilidade que a minha "geração" teve e que não resistam a tornar experiências em vícios. É que não sou santo mas não tenho nem um vício! Excepto escrever, claro...
- Dá-me um genuíno prazer falar com pessoas inteligentes e talentosas! Há pessoas que me caem no goto e que sei que me darei bem com elas. Não esqueço a primeira vez que vi o Francisco Véstia. Estava no eu apartamento da Póvoa e vi-o na sua participação no "Bar da TV". Disse aos meus pais: "De certeza que me daria bem com este gajo!". O mesmo nome, o mesmo curso, o mesmo bicho da comunicação... A verdade é que o destino nos juntos no único casting que fiz na minha vida! Bastaram 5 minutos para termos a certeza que realmente nos damos bem. Ontem, mesmo cheio de sono e cansado da caminhada, soube bem falar com ele meia hora, madrugada dentro. Ele está mais adiantado que eu nos planos futuros (também é mais velho um ano ou dois), mas temos sintonia. É inteligente e criativo, terão notícias dele em breve, e por isso dá-me prazer falar com ele. Tenho a certeza que trabalharemos juntos, e tenho a certeza que dois Francisco juntos é melhor que um... Até já, Chico!
Assim vai o mundo...
PS- Algo mudou por estes dias no autor deste blog... Para melhor...
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