Hoje não sou Charlie! Porque Charlie tinha mais piada que eu... Porque Charlie tinha mais coragem que eu... Porque Charlie morreu e eu estou vivo... E é por não ser Charlie e estar vivo que estou aqui a escrever sobre este Charlie e todos os Charlies que já morreram por extremismos, sejam eles de que credo, nacionalidade ou afiliação forem... Tenho pavor aos "ismos"! Sinto que são redutores, constritores... Sinto que albergam conotações, derivações, explosões, implosões! A História do Mundo está repleta de ódios, guerras, por esta e aquela razão, este ou aquele motivo. Se bem que motivo não deveria haver nenhum. Eu hoje não sou Charlie. Hoje sou Cristo, sou Maomé, sou Buda, sou todos os Deuses que existem e os que não existem (como diriam os ateus). Sou apenas um homem que se choca com o que aconteceu ontem, como se choca com o que acontece em todas partes do mundo onde alguém morre por todas as razões e por razão nenhuma. Nem ouro, nem petróleo, nem diamantes, nada... O bem mais precioso que o ser humano alguma vez terá, será sempre e sempre a Vida. Nada a substitui! Nem a morte daqueles que ontem a desprezaram... Olho por olho e toda a gente ficará cega! Eles que buscam a morte, já estão mortos por dentro. Porque a Vida é justamente a celebração dela mesma. E isso não é preciso que a religião nos diga. O bebé que nasce, nasce sem crenças, mas nasce com Vida. Nasce, chora, ri, aprende... E aprende a viver... Desde tempos imemoriais, antes de qualquer Deus na Terra, o Homem aprendeu a viver! E nestes tempos em que todos parecemos ter esquecido isso, convém sempre lembrar. Todos os dias... Hoje não sou Charlie, deverei ser todos os dias, mas hoje não. Porque Charlie está morto, e eu tenho de viver por ele...
Assim vai o mundo...
quinta-feira, janeiro 08, 2015
segunda-feira, fevereiro 25, 2013
O mundo dos Oscars...
Este ano preparei-me bem para ver a cerimónia dos Oscars. Fui vendo os filmes atempadamente.
"Lincoln" é um excelente biopic de uma personagem marcante da História norte-americana e mundial. Não é um filme que eu consiga considerar brilhante, mas é obviamente competente. Spielberg ganhará o Oscar porque o seu grande concorrente (e para mim quem deveria ganhar a estatueta) Ben Affleck não foi nomeado e porque Ang Lee não deve conseguir supera-lo. Tommy Lee Jones está numa corrida apertada com Christopher Waltz para ganhar o Oscar de Melhor Actor Secundário, sendo que o deve conseguir.E é claro, Daniel Day-Lewis. Começa a ser quase uma verdade inegável: quando ele escolhe um filme e o protagoniza, não dá hipótese à concorrência. Foi assim com "O meu pé esquerdo", com "Haverá sangue" e agora com "Lincoln". Ganhará três dos mais importantes mas creio que falhará melhor filme.
"Argo" ganhará o Oscar de Melhor Filme! Juntamente com "Guia para um final feliz", são os filmes mais do meu agrado. Baseado em factos verídicos (no caso o resgate de cidadãos americanos no Irão de 1979), é um filme que nos deixa em suspense. Mesmo que saibamos o fim. Um daqueles filmes parecidos com as fugas da prisão em que desejamos sempre que os prisioneiros consigam. É o desejo de liberdade que é inerente ao ser humano. E por tudo isto, Ben Affleck realizador foi injustiçado. Merecia o Oscar. Como actor foi competente enquanto protagonista. Quase que se apagou em favor do filme. E bem...
"Les Miserables" foi uma desilusão. Estava à espera de muito mais. Com o musical de Londres e o filme anterior (com Liam Neeson como Valjean e Geoffrey Rush como Javert) a cabeça, as expectativas eram altas. Sendo visualmente um filme fantástico (provavelmente competirá com "A vida de Pi" nas categorias mais técnicas), é mais uma sucessão de quadros musicais do que uma narrativa. Hugh Jackman é competente, Russel Crowe nem tanto. Dois momentos fabulosos: Anne Hathaway como Fantine (que ganhará o Oscar de Melhor Actriz Secundária) a cantar "I dream a dream" e Samantha Barks como Éponine a cantar "On my own"! Faltou força a Hugh Jackman no meu momento favorito desta obra que é "Bring him home".
"Django Libertado" é um grande filme. Pode não ser o melhor filme de Tarantino mas ele não sabe fazer filmes maus. Aliás, creio que o Oscar de Melhor Argumento Original é dele. Tarantino e Ang Lee são so únicos que podem sonhar tirar o Oscar a Spielberg. Mas a academia não o fará. Jamie Foxx faz um fabuloso escravo Django, Samuel L. Jackson está fantástico e Chistopher Waltz está sublime (pode ser a surpresa da noite ao ganhar pela segunda vez um Oscar com uma personagem tarantinesca).
"The impossible" é obviamente o filme nomeado que mais apela ao sentimento. É impossível (numa brincadeira com o título) não ter os olhos molhados ao seguir a luta pela sobrevivência de um casal e seus três filhos no assustador tsunami que varreu a costa do sudeste asiático. Naomi Watts e Ewan McGregor são competentes mas quase não conseguem brilhar porque a devastidão e o sofrimento que nos vai atormentando ao longo do filme transforma-os em pessoas de carne e osso e não em personagens. É uma bela história no meio de uma tragédia inesquecível.
"Silver Linings Playbook - Guia para um final feliz" é um filme que na surpresa pode ganhar o Oscar a Argo. Isto porque é o menos verídico, ou seja, ao contrário de "Argo", "Lincoln" ou "The Impossible" que são baseados em factos verídicos. Um argumento delicioso que ganhará o Oscar de Melhor Argumento Adaptado sobre um homem bipolar que conhece uma mulher igualmente disfuncional. E essa mulher é Jennifer Lawrence que provavelmente ganhará a estatueta de Melhor Actriz (só um atribuição/homenagem a Emmanuele Riva pode impedi-lo).
"Amour" é pura e simplesmente delicioso. Pode ser a surpresa da noite em várias categorias. Aliás, se a Academia se deixasse de alguns pruridos Haneke tinha hipótese como realizador, Amour como filme, Riva como actriz... Mas não é um filme norte-americano e isso muitas vezes delimita muita coisa...
Ficaram por ver para já, "Zero Dark Thirty", "A vida de Pi" e "The Beasts of the Southern Wild"...
Assim vai o mundo...
"Lincoln" é um excelente biopic de uma personagem marcante da História norte-americana e mundial. Não é um filme que eu consiga considerar brilhante, mas é obviamente competente. Spielberg ganhará o Oscar porque o seu grande concorrente (e para mim quem deveria ganhar a estatueta) Ben Affleck não foi nomeado e porque Ang Lee não deve conseguir supera-lo. Tommy Lee Jones está numa corrida apertada com Christopher Waltz para ganhar o Oscar de Melhor Actor Secundário, sendo que o deve conseguir.E é claro, Daniel Day-Lewis. Começa a ser quase uma verdade inegável: quando ele escolhe um filme e o protagoniza, não dá hipótese à concorrência. Foi assim com "O meu pé esquerdo", com "Haverá sangue" e agora com "Lincoln". Ganhará três dos mais importantes mas creio que falhará melhor filme.
"Argo" ganhará o Oscar de Melhor Filme! Juntamente com "Guia para um final feliz", são os filmes mais do meu agrado. Baseado em factos verídicos (no caso o resgate de cidadãos americanos no Irão de 1979), é um filme que nos deixa em suspense. Mesmo que saibamos o fim. Um daqueles filmes parecidos com as fugas da prisão em que desejamos sempre que os prisioneiros consigam. É o desejo de liberdade que é inerente ao ser humano. E por tudo isto, Ben Affleck realizador foi injustiçado. Merecia o Oscar. Como actor foi competente enquanto protagonista. Quase que se apagou em favor do filme. E bem...
"Les Miserables" foi uma desilusão. Estava à espera de muito mais. Com o musical de Londres e o filme anterior (com Liam Neeson como Valjean e Geoffrey Rush como Javert) a cabeça, as expectativas eram altas. Sendo visualmente um filme fantástico (provavelmente competirá com "A vida de Pi" nas categorias mais técnicas), é mais uma sucessão de quadros musicais do que uma narrativa. Hugh Jackman é competente, Russel Crowe nem tanto. Dois momentos fabulosos: Anne Hathaway como Fantine (que ganhará o Oscar de Melhor Actriz Secundária) a cantar "I dream a dream" e Samantha Barks como Éponine a cantar "On my own"! Faltou força a Hugh Jackman no meu momento favorito desta obra que é "Bring him home".
"Django Libertado" é um grande filme. Pode não ser o melhor filme de Tarantino mas ele não sabe fazer filmes maus. Aliás, creio que o Oscar de Melhor Argumento Original é dele. Tarantino e Ang Lee são so únicos que podem sonhar tirar o Oscar a Spielberg. Mas a academia não o fará. Jamie Foxx faz um fabuloso escravo Django, Samuel L. Jackson está fantástico e Chistopher Waltz está sublime (pode ser a surpresa da noite ao ganhar pela segunda vez um Oscar com uma personagem tarantinesca).
"The impossible" é obviamente o filme nomeado que mais apela ao sentimento. É impossível (numa brincadeira com o título) não ter os olhos molhados ao seguir a luta pela sobrevivência de um casal e seus três filhos no assustador tsunami que varreu a costa do sudeste asiático. Naomi Watts e Ewan McGregor são competentes mas quase não conseguem brilhar porque a devastidão e o sofrimento que nos vai atormentando ao longo do filme transforma-os em pessoas de carne e osso e não em personagens. É uma bela história no meio de uma tragédia inesquecível.
"Silver Linings Playbook - Guia para um final feliz" é um filme que na surpresa pode ganhar o Oscar a Argo. Isto porque é o menos verídico, ou seja, ao contrário de "Argo", "Lincoln" ou "The Impossible" que são baseados em factos verídicos. Um argumento delicioso que ganhará o Oscar de Melhor Argumento Adaptado sobre um homem bipolar que conhece uma mulher igualmente disfuncional. E essa mulher é Jennifer Lawrence que provavelmente ganhará a estatueta de Melhor Actriz (só um atribuição/homenagem a Emmanuele Riva pode impedi-lo).
"Amour" é pura e simplesmente delicioso. Pode ser a surpresa da noite em várias categorias. Aliás, se a Academia se deixasse de alguns pruridos Haneke tinha hipótese como realizador, Amour como filme, Riva como actriz... Mas não é um filme norte-americano e isso muitas vezes delimita muita coisa...
Ficaram por ver para já, "Zero Dark Thirty", "A vida de Pi" e "The Beasts of the Southern Wild"...
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segunda-feira, setembro 10, 2012
O mundo dos filmes..
Há filmes que nos prendem mesmo que seja só pela paisagem. "Em Bruges" não é um filme por aí além (Colin Farrel numa personagem ao seu estilo), mas passa-se numa das minhas cidades de eleição. Bruges é a Veneza do Norte e, heresia, preferida por mim...
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O mundo das séries..
Tive que reservar um post para o fim da série House. Quando uma personagem passa a fazer parte do imaginário popular é porque é marcante. Desde esta série que quando ouvimos alguém a fazer um diagnóstico baseado em quase nada, temos de nomear a pessoa como House. É óbvio que não podemos prever como seria se o interprete fosse outro, mas Hugh Laurie foi perfeito no papel. Na linha britânica dos Python, o humor sarcástico e cortante fizeram desta personagem e série uma das minhas favoritas de sempre. Este vídeo é o teaser de um episódio especial chamado "Swan song", onde Laurie desvenda alguns segredos do elenco e equipa técnica.
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O mundo do humor...
Apanhei por acaso na RTP2 (a tal que querem fechar mas que dá programas dez vezes melhores que os outros canais) um documentário sobre os Monty Python. Foram de facto uma espécie de Beatles do humor. Inovadores, irreverentes, desconcertantes, desconcertados, britânicos, icónicos, etc. O seu humor foi uma pedrada no charco e depois deles nada foi igual. São ainda hoje uma referência para quem quer fazer rir. O vídeo que aqui deixo é o do funeral de Graham Chapman, o único que já desapareceu. Até num momento que devia ser de tristeza, é um momento Monty...
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quarta-feira, setembro 05, 2012
O mundo das séries...
Já há muito que não fazia uma revisão das séries que andei a ver! Então vejamos:
- "This is not my life" é uma série neozelandesa que parte de um ideia que não sendo original, é sempre engraçada. Um homem acorda e não acredita na vida que toda a gente acha que ele tem. Se são delirios ou se foi vítima de uma conspiração é o que ele tem de descobrir.
- "Day break" também parte de uma ideia já utilizada. Um homem fica preso no mesmo dia e tem de descobrir o que poderá despoletar a continuação. Há episódios verdadeiramente hilariantes quando o personagem principal começa a desesperar e pensa não haver solução. Gostei bastante!
- "The Finder" é uma série muito divertida em que o protagonista é especialista em encontrar coisas! Pessoas, dinheiro, joias, quadros, tudo... Uma série que pelos vistos vai voltar com uma nova temporada...
- "New Amsterdam" recorda a saga da imortalidade! Numa nova roupagem e com menos espadas, esta nova série é engraçada. Tem um ponto pior: acabou sem a previsão de uma nova temporada.
- "Shit my dad says" é hilariante! Um antigo oficial da Marinha que diz tudo o que lhe vai na cabeça sem filtro só podia dar um resultado parvo. William Shatner num grande papel...
- Em "Unforgettable", Carrie Wells é uma detective que se lembra de tudo. Este tipo de disfunção existe se bem que normalmente as pessoas apresentem outro tipo de dificuldades. Aqui não, ou seja é uma bela mulher e uma bela detective.
- Acabei de ver a quinta temporada de "True Blood" e de facto é muito melhor que a saga Twilight. Melhores personagens, melhores actores, melhores twists. Quem nunca viu nada de vampiros, é preferível ver esta série.
- O regresso de Charlie Sheen às series é delicioso! "Anger management" fala de um terapeuta cujo nome é Charlie e que ao mesmo tempo que resolve os seus próprios problemas de raiva, trata um grupo com esses problemas. A certa altura aparece o seu pai Martin, interpretado pelo seu pai na vida real Martin Sheen. A não perder...
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quarta-feira, agosto 22, 2012
O mundo dos livros...
José Mário Silva é o "leitor" de Portugal! Um dos melhores críticos literários e um verdadeiro devorador de livros... Nunca tinha lido nada dele a não ser críticas e crónicas mas agora tive a hipótese de ler o seu "Efeito borboleta e outras histórias" (prosa) e o "Luz indecisa" (poesia). Gostei muito de ambos. No caso da prosa, uma sucessão de magníficas micro-estórias que prendem a atenção e a leitura! No caso da poesia, poemas próximos, tangíveis, identificáveis... Dois escritos a ler...
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domingo, abril 29, 2012
O mundo dos filmes...
"Brooklyn Finnest" não é um filme alegre! Conta-nos as estórias de três polícias novaiorquinos com diferentes problemas para resolver. Com elenco de luxo, obviamente que Richard Gere, Don Cheadle e Ethan Hawke destacam-se. Sem dúvida um bom filme sobre polícias...
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2:49 da tarde
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O mundo dos filmes...
É provavelmente o mais cru de todos os filmes portugueses e um dos melhores de sempre! Num argumento co-construido entre realizador e protagonistas, os diaálogos são o mais proximo possivel de uma realidade que nos é próxima. Um bairro social, personagens que conseguimos associar ao contexto. Neste "Sangue do meu sangue" tudo parece verosímil, e isso é dos melhores elogios que se podem fazer a um filme...
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O mundo das séries...
"Alphas" foi mais uma série que vi os episódios todos de uma vez! E se alguns de nós tivessemos uma especial habilidade ou dom? Mais realista, talvez menos baseada no universo da banda desenhada, que a série "Heroes", é uma série que nos faz imaginar como seria ter qualquer um destes dons. Uma boa série...
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O mundo das séries...
Alcatraz sempre foi um bom tema para criar argumentos! E se temos a mais temida prisão do mundo e um desaparecimento em massa de prisioneiros e guardas, então temos mistério! Sam Neil à frente de um grande elenco. E um fim de primeira temporada que deixa no ar muitas perguntas. Uma série que prende do primeiro ao último episódio.
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sexta-feira, abril 13, 2012
O mundo dos filmes...
“Limitless” é daqueles filmes que dá vontade que fosse verdade. Bradley Cooper interpreta um escritor sem inspiração que a namorada abandona… (até podia divagar mas nem o vou fazer)! Experimenta então uma droga nova que o leva a usar o seu cérebro a 100%! Ora bem, se usamos de 10% a 20% e somos capazes de coisas maravilhosas, imaginem se usássemos a totalidade. Agora a que preço? O que perdemos nos entretantos? Um filme em que Brad Cooper está nas suas sete quintas e Robert DeNiro empresta a sua classe…
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O mundo das séries...
Sempre gostei de filmes ou séries históricas! E “Os Bórgias” é uma série fantástica sobre um período que não conhecia muito bem. Os meandros dos reinos de Nápoles, Florença, Boca e o Vaticano são uma verdadeira lição de política e diplomacia. Personagens como os Medici, Maquiavel, os Sforza e é claro os Bórgias, estão belissimamente retratados por fantásticos actores (Jeremy Irons à cabeça)! Uma série a não perder...
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quarta-feira, março 28, 2012
O mundo dos blogs...
Já lá vão sete anos... Sete anos de blog Francisco del Mundo... Desde que comecei a escrever aqui, foram centenas de posts, centenas de assuntos, centenas de opiniões. Já escrevi todos os dias, já tive semanas sem escrever... Mas sempre estará aqui este porto de abrigo para me expor... A todos vocês que acompanham esta odisseia, muito obrigado...
Assim comemora o mundo...
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terça-feira, março 27, 2012
O mundo dos filmes...
E eis que termina a trilogia Millenium! “The Girl Who Kicked The Hornet’s Nest” é o filme mais parado dos três mas onde toda a trama se desvenda. Finalmente todos os segredos são desvendados. Mais uma vez é Noomi Rapace que domina o filme no fabuloso papel de Lisbeth Salander. Num retorno a uma personagem mais freak, é ela que comanda o argumento e faz de todos os outros personagens marionetas. Em termos de imagem e som é o melhor filme da versão sueca e consegue captar-nos a atenção apesar das mais de duas horas de película.
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segunda-feira, março 26, 2012
O mundo dos filmes...
Depois de ver as duas versões (sueca e americana) do primeiro capítulo da saga Millenium de Stieg Larsson, vi agora o segundo filme da versão sueca. Neste “The Girl Who played with Fire”, Lisbeth Salander é claramente a protagonista. E Noomi Rapace mostra-se melhor actriz. Num papel mais contido, menos visceral mas mais intenso, a actriz consegue passar-nos uma Lisbeth mais mulher e menos freak. Enquanto no primeiro “episódio”, o argumento é claramente fechado, aqui várias questões ficam em aberto para o terceiro e último tomo.
Assim vai o mundo…
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quinta-feira, março 22, 2012
O mundo da música...
Este senhor é o próximo grande senhor da música! Acreditem em mim!! O seu nome é Michael Kinawuka...
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O mundo dos filmes...
Ora nesta coisa do cinema as versões e remakes são sempre algo estranho. Sem ter lido os livros de Stieg Larsson (e por isso me penitencio), decidi ver a versão sueca e norte-americana do primeiro volume “The Girl with the Dragon Tatoo”. É impossível não comparar.
A nível técnico, de som e imagem, é óbvio que a versão americana é melhor (até porque na Suécia foi um telefilme), com algumas nomeações para os Oscars. Em termos de argumento, acho que a versão sueca é a melhor (mesmo não sabendo qual é a mais fiel ao livro) porque a americana perde-se muito. Em termos de actores é óbvio que Daniel Craig e Rooney Mara são melhores actores mas creio que os actores encaixam melhor no papel (sobretudo Noomi Rapace como Lisbeth Salander). Onde a versão fica a ganhar é claramente nas personagens secundárias com alguns nomes consagrados.
Seja como for vejam as duas e decidam…
Assim vai o mundo…
A nível técnico, de som e imagem, é óbvio que a versão americana é melhor (até porque na Suécia foi um telefilme), com algumas nomeações para os Oscars. Em termos de argumento, acho que a versão sueca é a melhor (mesmo não sabendo qual é a mais fiel ao livro) porque a americana perde-se muito. Em termos de actores é óbvio que Daniel Craig e Rooney Mara são melhores actores mas creio que os actores encaixam melhor no papel (sobretudo Noomi Rapace como Lisbeth Salander). Onde a versão fica a ganhar é claramente nas personagens secundárias com alguns nomes consagrados.
Seja como for vejam as duas e decidam…
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domingo, março 18, 2012
O mundo do jornalismo
Gosto de Mário Crespo. Acho-o um excelente jornalista, um óptimo entrevistador e um bom cronista. Não sei se por crença ou por amizade, mas Mário Crespo intrometeu-se na questão RDP- Pedro Rosa Mendes. E do lado que menos julguei ser possível: o lado da censura. Não vou dar a minha opinião sobre essa questão mas acho que Crespo não devia ter usado a sua crónica no Expresso para criticar o próprio jornal na defesa do cronista Miguel Sousa Tavares e o “direito à resposta” de Luis Marinho. Infelizmente tenho de compreender e concordar com a direcção do semanário em terminar com a crónica de Mário Crespo.
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10:23 da tarde
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sexta-feira, março 16, 2012
O mundo dos filmes...
Consigo entender os dois lados da crítica a “Os descendentes”! Se por um lado dizem que é um filme parado onde pouco se passa, por outro lado tenho de dizer que isso é das coisas mais difíceis de se fazer ao escrever uma estória. O argumento é fantástico e a nomeação para o Oscar mais que merecida. Por outro lado, é óbvio que se tem de falar em George Clooney. Num papel que cada vez lhe assenta melhor, ele é um homem de meia-idade sem o sex-appeal que todas as mulheres do mundo ainda lhe encontram, mas com a carga dramática da experiência. Um filme que não é o melhor do filme mas uma estória daquelas que merece vista.
Assim vai o mundo…
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