terça-feira, fevereiro 27, 2007

O Mundo (parte II)...

Pois bem, continua a minha saga! Hoje, mais do que ontem, pareço saido de um filme de terror como a imagem documenta...



Já não me lembrava o que era estar em casa a fazer muito pouco... E faz-me muita confusão! Tanta inactividade... Nem sei o que fazer para enganar o tempo! Por sorte encontrei um blog de uma pessoa que conheci na sexta-feira e por quem senti uma empatia imediata. Gosto de pessoas que não escondem o que são. Virtudes e defeitos correm ao sabor do discurso sem haver remorsos. Ninguém é perfeito mas custa admitir! Pelo menos assim a um estranho... Visitem!

Assim vai o mundo...

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

O Mundo...

O dia de ontem tinha tudo para ser um dia bom, pacífico. Tinha jogo de voleibol em Viana, depois o meu FCP jogava em Aveiro e por fim acabaria a ver os Óscars! Pois bem, ainda no aquecimento do jogo, vou de encontro ao ombro de um colega de equipa e só vi o chão. Senti uma pancada na cabeça que me afectou tudo! Não cheguei a desmaiar mas nunca estive tão perto. Senti que o maxilar não fechava, que o olho direito tinha fechado! Passados uns segundos a sensação de dor continuava mas conseguia abrir os olhos. Seguiu-se gelo e uma visita ao hospital de Viana! Depois de duas horas à espera e um frasco de analgésico para a veia, o diagnóstico é um ligeiro traumatismo craniano! Gelo para melhorar o derrame e 48h de vigilância...
E pronto, acabei a ver o meu Porto e os Óscars muito quietinho! E a vibrar quando o Happy Feet ganhou como melhor animação. Entretanto adormeci... Melhores dias virão!!



Assim vai o mundo...

sábado, fevereiro 24, 2007

A casa do Mundo...

E eis senão quando na casa partilhada por mim, surge um novo elemento! Desta vez de 4 patas, canídeo de raça boxer, com idade de 2 meses e meio e de nome Naomi. Pois bem, haverão fotos porque apesar de saber que ela vai-me destruir a casa, é uma coisa muito fofa...

Assim vai o mundo...

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

O mundo da publicidade..

O novo anuncio da Super Bock sem alcool com o Bruno Nogueira..



Assim vai o mundo...

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O mundo da poesia...

Um dos meus poemas de eleição...

If

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you,
But make allowance for their doubting too;
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise:

If you can dream-and not make dreams your master;
If you can think-and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two imposters just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools:

If you can make one heap of all your winnings
And risk it on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breathe a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with Kings-nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you,
If all men count with you, but none too much;
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And-which is more-you'll be a Man, my son!

Rudyard Kipling

Assim vai o mundo...

O mundo da música...

A música do dia apela-nos a respirar... Inspirar fundo e absorver tudo de bom que existe no mundo...



Breath
Midge Ure


(Breathe)
With every waking breath I breathe
I see what life has dealt to me
With every sadness I deny
I feel a chance inside me die

Give me a taste of something new
To touch to hold to pull me through
Send me a guiding light that shines
Across this darkened life of mine

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay ¹fore me
Breathe to make me breathe

For every man who built a home
A paper promise for his own
He fights against an open flow
Of lies and failures, we all know

To those who have and who have not
How can you live with what you¹ve got?
Give me a touch of something sure
I could be happy evermore

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay ¹fore me
To see to make me breathe

Breathe your honesty
Breathe your innocence to me
Breathe your word and set me free
Breathe to make me breathe

This life prepares the strangest things
The dreams we dream of what life brings
The highest highs can turn around
To sow love¹s seeds on stony ground

Breathe
Breathe

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay ¹fore me
To see to make me breathe

Breathe your honesty
Breathe your innocence to me
Breathe your word and set me free
Breathe to make me breathe

(Breathe)

Assim vai o mundo...

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

O mundo da música...

Gosto muito de música tranquila... E Nitin Sawhney é um dos meus músicos favoritos... Aqui fica Prophesy tocada na Austrália!!



Assim vai o mundo...

O mundo...

O Carnaval da minha cidade de origem é sempre muito animado! Nada de importações brasileiras. É povo mascarado na rua e siga a festa... Ora, a noite de Segunda é sempre longa e o dia de Terça complicado... Por isso ontem não vi cá... Quando tiver fotos, porei aqui!!!

Assim vai o mundo...

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

O mundo das campanhas...

Esta campanha sobre violência parental tem tanto de brutal como de tocante... Vejam e espero que gostem...



Assim vai o mundo...

domingo, fevereiro 18, 2007

O mundo da música..

Não me perguntem porque, mas sempre gostei desta música! Há como que uma certa ambiguidade implícita... O facto de uma pessoa por vezes pensar estar a fazer uma coisa que ao mundo lhe parece outra! É o sentir-se alienado, é sentir-se aparte, ou pior, que não se está bem em lado nenhum... É querer partir...



I started a joke
Bee Gees


I started a joke, which started the whole world crying,
but I didn't see that the joke was on me, oh no.

I started to cry, which started the whole world laughing,
oh, if I'd only seen that the joke was on me.

I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I'd said.

Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I'd only seen that the joke was on me.

I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I'd said.

'Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I'd only seen that the joke was one me.

Assim vai o mundo...

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

O Mundo...

Ontem em termos de trabalho foi um dia puxado. Visita de estudo com alunos de 8º ano a uma metalúrgica e à tarde a projecção de um filme para outra turma de 8º ano. Não sendo eu um especialista em didáctica, é extremamente cansativo aguentar a energia de miudos dos 13 a 15 anos. Mas é engraçado que bastou um dia para perceber certas técnicas de aproximação. Primeiro convém identificar o líder! Depois há duas hipóteses: anulá-lo pela força (com um berro ou dois) ou pelo humor (fazer com que ele fique do nosso lado). Pois bem, apesar de ser capaz de mandar um berro, prefiro ir pela conversa! Mas tem de haver uma certa dose de comedimento. Perceber que o discurso deles é virado para o palavrão (as hormonas andam aos saltos), e saber como cala-los pela experiencia. Correu bem... E somos sempre surpreendidos pelo afecto que eles nos ganham! Exigente em termos de cabeça mas compensador em termos de alma!!!
Hoje é um dia mais calminho...

Assim vai o mundo...

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

O mundo da música...

Às vezes só com loucura é que nos mantemos sãos...



It takes a fool to remain sane
The Ark


WHATEVER HAPPENED TO THE FUNKY RACE?
A GENERATION LOST IN PACE,
WASN'T LIFE SUPPOSED TO BE MORE THAN THIS?
IN THIS KISS
I'LL CHANGE YOUR BORE FOR MY BLISS
LET GO'F MY HAND AND IT WILL
SLIP OUT IN SAND
IF YOU DON'T GIVE ME THE CHANCE
TO BREAK DOWN THE WALLS OF ATTITUDE,
I ASK NOTHING OF YOU
NOT EVEN YOUR GRATITUDE
AND IF YOU THINK I'M CORNY
THEN IT WILL NOT MAKE ME SORRY
IT'S YOUR RIGHT TO LAUGH AT ME
AND IN TURN,
THAT'S MY OPPORTUNITY
TO FEEL BRAVE'
CAUSE IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IN THIS WORLD ALL COVERED UP IN SHAME
EVERY MORNING I WOULD SEE
HERGETTING OFF THE BUS THE
PICTURE NEVER DROPS IT'S LIKE A
MULTICOLOURED SNAPSHOT
STUCK IN MY BRAIN
IT KEPT ME SANE FOR A COUPLE OF YEARS
AS IT DRENCHED MY FEARS
OF BECOMING LIKE THE OTHERS
WHO BECOME UNHAPPY MOTHERS
AND FATHERS OF UNHAPPY KIDS
AND WHY'S THAT?
'CAUSE THEY'VE FORGOTTEN HOW TO PLAY
OR MAYBE THEY'RE AFRAID TO FEEL ASHAMED
TO SEEM STRANGE
TO SEEM INSANE
TO SEEM GAY
TO GAIN WEIGHT
I TELL YOU THIS:
THAT IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IN THIS WORLD ALL COVERED UP IN SHAME
SO, TAKE IT TO THE STAGE
IN A MULTICOLOURED JACKET
TAKE IT JACKPOT, CRACKPOT,
STRUTTING LIKE A PEACOCK
NAILVARNISH ARKANSAS
SHIMMY SHAMMY FEATHERBOAH
CRACKPOT HAIRCUTDYE
YOUR HAIR IN GLOWING RED AND BLUE,
DO, DO, DO!
WHAT YOU WANNA DO
DON'T THINK TWICE,
DO WHAT YOU HAVE TO DO,
DO, DO, DO, DO,
LET YOUR HEART DECIDE
WHAT YOU HAVE TO DO
THAT'S ALL THERE IS TO FIND
CAUSE IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE,
OH, IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH, IN THIS WORLD ALL COVERED UP IN SHAME
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE,
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IT TAKES A FOOL TO REMAIN SANE
OH IN THIS WORLD ALL COVERED UP IN SHAME.
OH IT TAKES A FOOL


Assim vai o mundo...

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

O mundo do humor...

Onde está o ladrão?



Assim vai o mundo...

O mundo do ambiente...

"Dez Coisas A Fazer" foi o alerta lançado pelo Oceanário para ajudar a combater o aquecimento global:


01 - Mudar uma lâmpada - substituir uma lâmpada normal por uma lâmpada florescente poupa 68 Kg de carbono por ano;

02 - Conduzir menos - caminhar, andar de bicicleta, partilhar o carro ou usar os transportes públicos com mais frequência. Poupará 0,5 Kg de dióxido de carbono por cada 1,5 Km que não conduzir!

03 - Reciclar mais - pode poupar 1.000 Kg de dióxido de carbono por ano reciclando apenas metade do seu desperdício caseiro;

04 - Verificar os pneus - manter os pneus do carro devidamente calibrados pode melhorar o consumo de combustível em mais de 3 %. Cada 4 litros de combustível poupado retira 9 Kg de dióxido de carbono da atmosfera!

05 - Usar menos água quente - aquecer a água consome imensa energia. Usar menos água quente instalando um chuveiro de baixa pressão poupará 160 Kg de CO2 por ano e lavar a roupa em água fria ou morna poupa 230 Kg por ano;

06 - Evitar produtos com muita embalagem - pode poupar 545 Kg de dióxido de carbono se reduzir o lixo em 10 %;

07 - Ajustar o termostato - acertar o termostato apenas dois graus para baixo no Inverno e dois graus para cima no Verão pode poupar cerca de 900 Kg de dióxido de carbono por ano;

08 - Plantar uma árvore - uma única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono durante a sua vida;

09 - Seja parte da solução - aprenda mais e torne-se activo em www.climatecrisis.net

10 - Espalhe a mensagem! - incentive os amigos a ver " Uma Verdade Inconveniente "

Antes de imprimir este documento, pense se é mesmo necessário.
Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 10 a 20 árvores, 10.000L de água e 5MW.hora de energia. Em média, por ano, uma família gasta em papel o equivalente ao abate de seis árvores. A protecção do ambiente deve ser uma preocupação de todos nós.

Assim vai o mundo...

terça-feira, fevereiro 13, 2007

O mundo da música...

Porque sim...



Assim vai o mundo...

O mundo do trabalho...

Assistindo hoje a uma sessão de sensibilização sobre Igualdade de Oportunidades com alunos do 8º ano, fiquei surpreso! Apesar de eles até saberem que a temática é importante, não tem consciência que perpetuam os estereótipos.. Depois ouço coisas como: " Agora, no séc. XXI, as mulheres não gostam de ser escravas! Não são otárias! Quem me dera arranjar uma...". Significativo...

Assim vai o mundo...

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

O mundo do referendo...

Ganhou o Sim, como eu previa! Esmagou a abstenção, como eu temia! O que me fez verdadeiramente confusão foi ter-se louvado os portugueses pela demonstração de participação democrática! Discordo. Totalmente. Então quando mais de metade dos portugueses não participa num referendo, louva-se a democracia??? Que digam que não votam em eleições porque não acreditam nos políticos, até aceito. Agora num tema que 95% das pessoas tem opinião (mesmo que seja o talvez), não depositar o voto é um sinal de fraca cultura democrática. Se for preciso por o escrutinio em três dias como em Itália, faça-se! Se o voto tiver que ser obrigatório como no Brasil, apoio... Tudo até que as pessoas entendam que não se podem imiscuir das decisões...

Assim vai o mundo...

domingo, fevereiro 11, 2007

O Mundo...

Não sou pessoa de muitas queixas, mas até que enfim que esta semana acabou... E como diz o meu querido Gordon Summers, quero um dia novo...



Brand New Day
Sting


How many of you people out there
Been hurt in some kind of love affair
And how many times do you swear that you'll never love again?

How many lonely, sleepless nights
How many lies, how many fights
And why would you want to put yourself through all that again?

"Love is pain," I hear you say
Love has a cruel and bitter way
Of paying you back for all the faith you ever had in your brain

How could it be that what you need the most
Can leave you feeling just like a ghost?
You never want to feel so sad and lost again

One day you could be looking
Through an old book in rainy weather
You see a picture of her smiling at you
When you were still together
You could be walking down the street
And who should you chance to meet
But that same old smile that you've been thinking of all day

You can turn the clock to zero, honey
I'll sell the stock, we'll spend all the money
We're starting up a brand new day

Turn the clock all the way back
I wonder if she'll take me back
I'm thinking in a brand new way

Turn the clock to zero, sister
You'll never know how much I missed her
Starting up a brand new day

Turn the clock to zero, boss
The river's wide, we'll swim across
Started up a brand new day

It could happen to you - just like it happened to me
There's simply no immunity - there's no guarantee
I say love's such a force - if you find yourself in it
And sometimes no reflection is there

Baby wait a minute, wait a minute
Wait a minute, wait a minute
Wait a minute, wait a minute

Turn the clock to zero, honey
I'll sell the stock, we'll spend all the money
We're starting up a brand new day

Turn the clock to zero, Mac
I'm begging her to take me back
I'm thinking in a brand new way

Turn the clock to zero, boss
The river's wide, we'll swim across
Started up a brand new day

Turn the clock to zero buddy
Don't wanna be no fuddy duddy
Started up a brand new day

I'm the rhythm in your tune
I'm the sun and you're the moon
I'm a bat and you're the cave
You're the beach and I'm the wave
I’m the plow and you’re the land
You're the glove and I'm the hand
I'm the train and you're the station
I'm a flagpole to your nation - yeah

Stand up all you lovers in the world
Stand up and be counted every boy and every girl
Stand up all you lovers in the world
Starting up a brand new day

I'm the present to your future
You're the wound and I’m the suture
You're the magnet to my pole
I'm the devil in your soul
You're the pupil I'm the teacher
You're the church and I'm the preacher
You're the flower I'm the rain
You're the tunnel I'm the train

Stand up all you lovers in the world
Stand up and be counted every boy and every girl
Stand up all you lovers in the world
Starting up a brand new day

You're the crop to my rotation
You're the sum of my equation
I'm the answer to your question
If you follow my suggestion
We can turn this ship around
We'll go up instead of down
You're the pan and I'm the handle
You're the flame and I'm the candle

Stand up all you lovers in the world
Stand up and be counted every boy and every girl
Stand up all you lovers in the world
We're starting up a brand new day

Assim vai o mundo...

sábado, fevereiro 10, 2007

O mundo da musica...

É fabuloso... Vão até aqui e deixem-se ir pelas musicas todas...

Assim vai o mundo...

O mundo dos blogs...

Sinto sempre um prazer enorme em ver um amigo a criar um blog. É como se o tivesse mais perto. Assim quero que vão descobrir este Ovo Kinder... Ele merece!!

Assim vai o mundo...

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

O mundo da química...

Dissolução versus Solução

Pergunta: Qual é a diferença entre uma dissolução e uma solução?
* Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
* Uma solução seria metê-los a todos.

Assim vai o mundo...

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

A vida do mundo...

As lições de vida que aprendi, ninguém as aprendeu por mim. Momentos em que entendi que a vida tem coisas más, mas que só a morte é irremediável.
Perdi família, perdi amigos, perdi amores, apenas para de seguida encontrar família, fazer amigos, descobrir amores. De todas as vezes que me apaixonei, pensei ser para sempre. De todas as vezes que saí de coração partido, jurei que não voltaria a amar.
Em todos os momentos olhei para o lado e encontrei um ombro amigo onde chorar, uma mão amiga para me apoiar, uma palavra amiga para me consolar. Tive momentos em que caí e não acreditei conseguir levantar-me, mas logo alguém me fez sorrir e voltar a ter forças para andar.
O meu sorriso é meu e não pode desaparecer. Se a vida me tira algo, é porque tenho de seguir outro caminho. O meu caminho é só meu e para isso tenho de tomar as minhas decisões de vida. A minha vida é só minha, e apesar de ser tão única, é igual à de cada um de vocês...

Assim vai o mundo...

O mundo relembra...

O que é isto? É claro que me lembro da música, mas este videoclip é surreal...



Vamos A La Playa
Righeira


(CHORUS:)
Vamos a la playa oh o-o-o-oh
Vamos a la playa oh o-o-o-oh
Vamos a la playa oh o-o-o-oh
Vamos a la playa oh oh
Vamos a la playa
La bomba estallo
Las radiaciones tuestan
Y matizan de azul
(CHORUS)
Vamos a la playa
Todos con sombrero
El viento radiactivo
Despeina los cabellos
Vamos a la playa oh oh oh oh oh
Vamos a la playa oh oh oh oh oh
Vamos a la playa oh oh oh oh oh
Vamos a la playa oh oh
(CHORUS)
Vamos a la playa
Al fin el mar es limpio
No mas peces hediondos
Sino agua florecente
(CHORUS)
Vamos a la playa oh o-o-o-oh

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

O mundo dos conselhos...

Já aconselhei e já recebi conselhos... De facto a idade pode ter muito peso, mas acima de tudo é a experiencia que dita leis. Assim, deixo uma musica que simboliza um pouco esse aconselhamento...



Father and son
CAt Stevens


Father
Its not time to make a change,
Just relax, take it easy.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to know.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.

I was once like you are now, and I know that its not easy,
To be calm when youve found something going on.
But take your time, think a lot,
Why, think of everything youve got.
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not.

Son
How can I try to explain, when I do he turns away again.
Its always been the same, same old story.
From the moment I could talk I was ordered to listen.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.

Father
Its not time to make a change,
Just sit down, take it slowly.
Youre still young, thats your fault,
Theres so much you have to go through.
Find a girl, settle down,
If you want you can marry.
Look at me, I am old, but Im happy.
(son-- away away away, I know I have to
Make this decision alone - no)
Son
All the times that I cried, keeping all the things I knew inside,
Its hard, but its harder to ignore it.
If they were right, Id agree, but its them you know not me.
Now theres a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
(father-- stay stay stay, why must you go and
Make this decision alone? )

Assim vai o mundo...

terça-feira, fevereiro 06, 2007

A música do mundo..

Beatriz era um nome que eu não gostava muito! Por nenhuma razão em especial, mas esta música conseguiu mudar a minha opinião. Não me pareceria um mau nome para uma filha...



Beatriz
Ana Carolina

Olha Será que ela é moça
Será que ela é triste
Será que é o contrário
Será que é pintura O rosto da atriz
Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Olha
Será que é de louça
Será que é de éter
Será que é loucura
Será que é cenário
A casa da atriz
Se ela mora num arranha-céu
E se as paredes são feitas de giz
E se ela chora num quarto de hotel
E se eu pudesse entrar na sua vida
Sim, me leva para sempre, Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Ah, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz

Olha
Será que é uma estrela
Será que é mentira
Será que é comédia
Será que é divina
A vida da atriz
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se um arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida

Assim vai o mundo...

domingo, fevereiro 04, 2007

O Mundo...

Anda uma força no ar.... Que vem buscar o melhor de mim... Inspiro e de repente sinto uma vibração! Uma energia, uma força positiva, uma alegria. Que raio? Somos homens ou somos ratos? Haja força, meus amigos! Terei esquecido eu que a saúde que tenho é o mais forte dos elementos? Que ela me faz ter a capacidade para tudo? Inspiro mais uma vez e.. sorrio! E esse sorriso demonstra a minha força... Ahh, a vida com as suas agruras e dificuldades tem de fazer muito mais para me deitar abaixo... Uhhhhhhhhhhhhhhh!!! Grito porque posso... Porque significa que estou vivo. Não tenho só de sobreviver, tenho de viver. Temos todos de viver não é respirar! É aproveitar tudo de bom que a Vida tem. As preocupações podem ser resolvidas com um sorriso. Aliás, se sorrimos, deixamos de estar preocupados. É um circulo vicioso!!!

Haja força, meus amigos, porque a alegria de viver é a melhor do mundo...

Assim vai (bem) o mundo...

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

O mundo dos blogs...

É com muita tristeza que descubro que o meu amigo Jorge Reis Sá deixou o mundo da blogosfera. Este não era o mundo principal dele mas era sempre bom saber onde encontra-lo... Bem, o link ficará nos meus favoritos porque tenho esperança que um dia ele volte...

Até já, amigo!

Assim vai o mundo...

O mundo da música...

Poderá haver música sem a presença física de músicos? Porque nos chateia tanto quando descobrimos um cantor a fazer playback? Talvez porque nos sintamos enganados. Ora quando as coisas são feitas às claras, quando os músicos são imagens holográficas e o som previamente gravado,só temos que nos recostar e apreciar um espectáculo fantástico...



Assim irá o mundo...

O mundo do referendo...

Através do blog do meu caríssimo homónimo, descobri o texto mais equilibrado de todos que li sobre o referendo. Não porque ele defenda o Sim, mas porque apresenta as melhores razões para o fazer.

O limite dos argumentos
Pedro Lomba


"Em 1998 votei "não" no referendo do aborto, agora vou votar "sim". A mudança de opinião numa matéria tão sensível como o aborto tem uma dimensão pessoalmente dramática que não pretendo minimizar. Porquê esta mudança? Tenho aprendido que as nossas convicções devem ser sempre testadas e reanalisadas. Perante os factos, perante nós mesmos, perante outras convicções. Não se trata de oscilação mas de prudência. Em 98 eu era substancialmente mais novo. Talvez não pesasse a extrema complexidade da questão do aborto. E lembro-me da minha reacção epidérmica ao discurso do "sim" que se ouvia naquela altura. Não era apenas o absolutismo moral das mulheres que se agarravam aos seus direitos, indiferentes ao choque de valores que o problema do aborto suscita. Era tudo: os conflitos com os católicos, os cartazes absurdos do PSR, o radicalismo da extrema-esquerda e do PCP, que usavam o assunto como arma política, a ausência de moderação e de espírito de compromisso. Neste referendo temos ouvido muitas declarações disparatadas, mas nada que se compare com o que se passou em 98.

Quando me perguntam porque é que tendo votado "não" há nove anos vou votar "sim" neste referendo, não tenho respostas satisfatórias ou completas. Não me parece que isto se explique, ou que só se explique racionalmente. Pacheco Pereira lamentou que não haja mais discrição no debate do referendo. Eu tenho dúvidas sobre a própria possibilidade de debate. Um debate precisa de argumentos abstractamente válidos, de argumentos que excluam outros argumentos. Na questão do aborto, posso fazer uma lista de argumentos a favor do "sim" e do "não" e todos me parecem inconsistentes, incapazes de se aguentarem nas suas próprias premissas. A lei actual é também um espelho dessa inconsistência porque legitima várias excepções ao direito à vida intra-uterina (a violação, por exemplo) que em pura coerência não deveríamos tolerar. Não é por acaso que os estudos de opinião mostram que as pessoas têm opiniões contraditórias sobre a despenalização do aborto. E conhecemos a posição (contraditória) de quem defende o "não" e é, ao mesmo tempo, contra a aplicação da lei. Perguntei aos meus pais como é que eles votarão no próximo referendo. Responderam-me que tiveram seis filhos e evidentemente só podem votar "não". Fiz a mesma pergunta a amigas. Responderam--me que a maternidade é uma coisa tão íntima, tão delas mesmas, tão dependente das contingências que afligem uma pessoa, que, evidentemente, perante a circunstância de um dia serem forçadas a fazer um aborto, não compreendem como é que o Estado criminaliza uma conduta tão delicada, que o Estado as trate como criminosas. Evidentemente? Não há nada de evidente nestas duas posições antagónicas. Nenhuma assenta em argumentos irrefutáveis, mas, no essencial, em sentimentos e predisposições subjectivas. No entanto, são posições que eu compreendo. Não tenho a pretensão de argumentar contra elas.

Vou votar "sim" no referendo porque tenho as minhas razões, mesmo não estando preparado para, com segurança, arremessá-las contra as razões de quem defende o "não". Não tenho argumentos nos quais confie em absoluto. Sou por um "sim" relativista e compromissório. Voto "sim" por um motivo legível: numa controvérsia tão difícil e irresolúvel como a do aborto, o "sim" alarga as nossas possibilidades de resposta aos problemas que o aborto coloca, o "não" fecha essas possibilidades. O "sim" permite-nos evitar as consequências nocivas da aplicação desta lei, conservando o princípio de que o aborto é crime para além das dez semanas. O "sim" permite-nos defender que, sem punição penal para as mulheres que abortem até às dez semanas, o Estado não pode deixar de desmotivar o recurso ao aborto através de centros de aconselhamento e de outros mecanismos de informação e defesa da vida. Vou votar "sim" porque acredito nestes compromissos, porque é no "sim" que encontro maior capacidade para acomodar perspectivas diferentes e combater o arrastamento do problema. Não são razões que me deixem inteiramente confortável. Mas são razões que me fazem pensar que, neste momento, neste Portugal de 2007, o "sim" é a escolha mais desejável."


Assim vai o mundo...

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

O mundo é doido...

O que é isto???



Assim (não) vai o mundo...

O mundo do referendo...

Gosto de ir ouvindo algumas vozes sensatas no meio deste debate insane. Esta figura juridica do "crime sem pena" pode não ser a mais correcta neste caso, mas tem um certo grau de adequação a sua existencia.

Crime sem pena
Manuela Eanes


"AQUANDO do referendo sobre o aborto, em 1998, escrevi na Revista do EXPRESSO, de 26 de Junho, um artigo, cujo título era exactamente o mesmo - «Crime sem Pena».

Hoje, que esta questão, socialmente preocupante, volta, de novo, à discussão, sinto ser meu dever, como cidadã, reiterar o que então afirmei, e recentemente tive oportunidade de desenvolver, num debate sobre o aborto, no programa Conselho de Estado, no Canal 2, a 28 de Janeiro último. Gostaria, assim, de contribuir para um debate que, julgo, deverá ser sereno e tolerante, claro e objectivo, pois só desta forma se poderão percepcionar as diferentes questões em causa - questões que envolvem a mãe, o pai, o feto, as suas emoções, a sua liberdade, as suas condições de vida, as suas convicções, os seus projectos para a vida - e definir o enquadramento legal em que tais questões se colocam.

Voltando, pois, de novo, às reflexões fundamentais que tenho defendido, penso que se trata de um problema em que todos empenhadamente nos devemos envolver e resolver com urgência e, dadas as implicações sociais e ético-religiosas, solucioná-lo com prudência, em espírito de diálogo.

Deve, pois, discutir-se, desapaixonadamente, sem radicalismos, procurando o melhor caminho, que não divida nem crispe a sociedade portuguesa e respeite valores fundamentais, como o direito à vida, mas, também, o respeito e uma profunda solidariedade, especialmente com as mulheres que, mal informadas, e sofrendo, dolorosamente, em condições de vida degradantes, fazem um aborto.

Com essas mulheres e com todos os que sofrem devemos sempre estar em profunda solidariedade, em coerência total com um dos valores fundamentais que dão verdadeira dimensão à vida - o sentido do outro. No dizer de Mounier, só existimos quando existimos para os outros.

Importa, antes de mais, repetir que, em minha convicção, o aborto é sempre um atentado à vida de uma pessoa não-nascida, a destruição de uma vida, com a sua inviolável dignidade; «un petit dieu», no dizer de Leibnitz, que vai realizar, através do valor sagrado da vida, um projecto pessoal de futuro, sempre diferente, único e irrepetível.

Respeitar outra pessoa como se pretende ser respeitado é a base ética de toda a vida. Aniquilar uma vida humana, mesmo que em fase intra-uterina, é, em minha opinião, uma acção que não pode deixar de ser condenada.

Mas, ao falarmos do direito do feto à vida, não podemos esquecer os direitos da mulher, da mãe. No entanto, invocar a liberdade da mãe é um argumento pouco razoável porque não podemos esquecer que a mãe é apenas a guardiã da nova vida e grande responsável por ela. A mãe não é dona desse ser humano que está no seu ventre. Esse novo ser, essa nova pessoa é seu filho. Não seu escravo.

Como tal, importa considerar a mulher que efectivamente pratica o aborto, a mulher que continua a sofrer marcas profundas no seu corpo e no seu espírito, a mulher que, em situações económicas e sociais dificílimas, recorre ao aborto clandestino. Mas não é através da legalização do aborto que se poderão alterar as suas condições de vida. A questão tem de ser colocada, antes de mais, na melhoria do seu bem-estar e num planeamento familiar correcto, que evite uma gravidez indesejada. Também nesta situação, como afirma Cesare Beccaria - já no século XVIII - «mais vale prevenir os delitos que puni-los. Este é o principal objectivo de qualquer boa legislação».

Penso, ainda, que, perante o propósito de a mulher abortar, deveria ser obrigatória uma entrevista com a mãe e o pai - e não apenas com a mãe - com técnicos de saúde. O planeamento de um filho deverá ser, cada vez mais, um projecto de um casal, e não um acontecimento fortuito, uma situação com que a mulher, individualmente, se depara. Deveriam ser obrigatórias, também, nestes casos, consultas de planeamento familiar, para o futuro.

O que importa, assim, não serão campanhas intolerantes, mas antes o esclarecimento sério de todas as questões e medidas muito concretas, desde um planeamento familiar correcto e empenhado, até uma educação sexual sã, sem tabus, aberta, e que chegue a todos os jovens adolescentes, sem limites de idade, desfasados do nosso tempo e da realidade social. Educação sexual ligada à saúde e à afectividade, que seja repensada e comunicada de forma eficiente. Mais apoio às mães solteiras, e em risco. Continuação da dinamização de todo o processo relativo à adopção. E uma verdadeira política global de apoio à criança, ao jovem e à família, nomeadamente quanto à habitação, emprego e fiscalidade.

Uma questão que, no debate do aborto, tem necessariamente de ser equacionada é como enquadrá-lo juridicamente.

Creio que todos somos poucos - partidos, movimentos cívicos e pessoas de diferentes formações, numa sociedade civil responsável - para reflectirmos sobre o caminho que, simultaneamente, respeite o direito à vida, à dignidade da mulher e os direitos do feto.

Sou pela repreensibilidade social e legal do aborto, pela sua tipificação legal como acto injusto, ou seja, pela sua criminalização, mas sou, também, em obediência às minhas convicções e à aceitação da realidade social, contra a penalização da mulher que recorreu ao aborto. Pensando na mulher que aborta, no seu drama e sofrimento, e na sua saúde, sou ainda pela penalização de quem executa o aborto, apenas com fins lucrativos, sem o mínimo de preparação técnica e condições suficientes.

Penso que, conjugando imaginação jurídica e vontade política, com adequada preocupação social, se poderá encontrar uma solução que, contemplando as questões éticas e morais, dote o nosso sistema penal de uma figura jurídica que criminalize o aborto, mas despenalize a mulher.

Aliás, a história é fértil em exemplos deste tipo, como exemplificativamente atesta o prof. António Hespanha, que refere a solução imaginativa encontrada na Idade Média, e que perdurou até ao século XVIII, para problemas que, como este, têm difícil resolução - a chamada «pena arbitrária», pena cuja medida estava na avaliação, por cada juiz, de uma situação concreta, tentando conciliar, naturalmente, a justiça e a misericórdia.

No artigo publicado no EXPRESSO em 1998, apresentei a sugestão, que me foi aventada em 1984 aquando da discussão da lei actual, pelo saudoso homem íntegro e grande jurista Salgado Zenha, que lembrava, a propósito, o direito romano, que contemplava o «crime sem pena».

Interessante é, também, referir, no direito brasileiro, em polémicas recentes sobre o aborto, nomeadamente a propósito do artº128 do Código Penal, a figura do «crime sem pena»: «Não há pena sem crime, mas pode haver crime sem pena».

Recentemente, o prof. Freitas do Amaral fala na figura do «estado de necessidade desculpante», e refere o Artigo 35º do Código Penal.

Não irei, obviamente, dar qualquer contributo neste sentido, por haver juristas com maior competência nesta matéria. Entendo, apenas, que está aberta uma via de solução para um diálogo mais tolerante, como sugerem vários membros da Igreja e pessoas de diferentes quadrantes políticos. Uma via de solução que defenda o direito inalienável à vida, mas que, simultaneamente, seja adequada à realidade actual, que permita caminhar para um mundo melhor, e mais justo.

Como diz o poeta António Machado, «Caminheiro não há caminho. Faz-se o caminho caminhando».

Porque a criança, mesmo antes de nascer, tem direito a ser amada. Tem direito a ser desejada. E os filhos têm de ser filhos do amor, numa maternidade e paternidade responsáveis."
in Expresso

Assim vai o mundo...